Política | De “estado de choque” à atitude “expectável e lúcida”. As reações aos resultados e à demissão da líder do CDS-PP
Filipe Lobo d’Ávila, do grupo “Juntos pelo Futuro” do CDS, afirmou-se hoje “em estado de choque”, Nuno Melo indicou que se tratou duma atitude expectável por parte de Assunção Cristas diante os resultados e Mota Pinto ‘culpa’ CDS pela não repetição de resultados de 2015.
Assunção Cristas, presidente do CDS, demitiu-se hoje depois da derrota do partido nas eleições legislativas e anunciou que não será candidata ao próximo congresso, previsto para março de 2020, e que vai ser antecipado.
“Em estado de choque num dos dias mais tristes da minha vida política no CDS mas consciente das responsabilidades que um resultado destes tem para todos nós no CDS. Sempre CDS. Nos bons e nos maus momentos”, escreveu Lobo d’Ávila na sua conta do Facebook.
Lobo d’Ávila, ex-deputado e membro do conselho nacional do CDS, só deverá fazer novas declarações nos próximos dias, disseram à Lusa fontes partidárias.