Mundo | Tribalismo Indígena – Ideal comuno-missionário para o Brasil no século XXI

Mundo | Tribalismo Indígena – Ideal comuno-missionário para o Brasil no século XXI

03/10/2019 0 Por Carlos Joaquim
“Aecologia é a religião deste século sem religião”. Esta afirmação de Plinio Corrêa de Oliveira poder-se-ia aplicar aos novos missionários da “esquerda católica” que pregam sobre ecologia integral, meio ambiente, biodiversidade, como se fossem o bem máximo a ser alcançado nesta vida.
Em vez de pregarem sobre a finalidade do homem nesta Terra — que consiste em conhecer, amar e servir a Deus, e assim salvar a alma e alcançar o Céu, como ensina o Catecismo —, eles têm pregado uma como que “adoração” da natureza, como se nela estivesse o fim último de todo ser humano.
Dessa “adoração”, à maneira de um culto numa nova religião, participam os eclesiásticos adeptos da “Teologia da Libertação”, que também estão impulsionando o Sínodo Pan-Amazônico. Eles pregam a preservação dos índios na natureza selvagem, como se a vida tribal (sem tradição, sem família e sem propriedade) fosse o ideal para toda a sociedade.
Também apregoam sobre o verde e o meio ambiente como se a selva fosse sagrada, e Deus tivesse ordenado “amar a selva e a mãe-terra sobre todas as coisas”, e não “amar a Deus sobre todas as coisas”. Agindo assim, não convertem os indígenas, nem lhes levam o ensinamento salvífico de Nosso Senhor Jesus Cristo.
Essa corrente de neomissionários vem atuando há várias décadas. Por exemplo, D. Tomás Balduíno e D. Pedro Casaldáliga pregavam o desaparecimento do estilo de vida da civilização ocidental e cristã, para dar lugar ao estilo tribalista de uma vida sem regras, sem mandamentos. Para eles, não se deve catequizar, civilizar e converter o índio, mas assimilar os seus costumes selvagens e seus cultos fetichistas.