Bloguer condenado a mil chibatadas vence Prémio Sakharov 2015
Bloguer condenado a mil chibatadas vence Prémio Sakharov 2015
O bloguer
saudita Raif Badawi venceu o Prémio Sakharov 2015, por decisão da conferência
de líderes do Parlamento Europeu, foi hoje anunciado em Estrasburgo.
saudita Raif Badawi venceu o Prémio Sakharov 2015, por decisão da conferência
de líderes do Parlamento Europeu, foi hoje anunciado em Estrasburgo.
Badawi cumpre uma pena
de dez anos de prisão, mil chibatadas e uma multa por insultar valores
islâmicos ao ter criado um blogue defendendo o diálogo político na Arábia
Saudita.
de dez anos de prisão, mil chibatadas e uma multa por insultar valores
islâmicos ao ter criado um blogue defendendo o diálogo político na Arábia
Saudita.
O ativista foi já castigado com 50
chibatadas em janeiro, tendo as restantes sido adiadas.
chibatadas em janeiro, tendo as restantes sido adiadas.
Badawi
partilhou a lista de finalistas ao Prémio Sakharov com a oposição democrática
na Venezuela e o opositor russo Boris Nemtsov, a título póstumo.
partilhou a lista de finalistas ao Prémio Sakharov com a oposição democrática
na Venezuela e o opositor russo Boris Nemtsov, a título póstumo.
O
prémio, que celebra a liberdade de pensamento, será entregue em Estrasburgo no
dia 16 de dezembro.
prémio, que celebra a liberdade de pensamento, será entregue em Estrasburgo no
dia 16 de dezembro.
O
Prémio Sakharov, no valor de 50 mil euros, foi entregue, em 2014 ao
ginecologista congolês Denis Mukwege, especializado no tratamento de mulheres
vítimas de violência em África.
Prémio Sakharov, no valor de 50 mil euros, foi entregue, em 2014 ao
ginecologista congolês Denis Mukwege, especializado no tratamento de mulheres
vítimas de violência em África.
Nelson
Mandela e o dissidente soviético Anatoly Marchenko (a título póstumo) foram os
primeiros galardoados, em 1988.
Mandela e o dissidente soviético Anatoly Marchenko (a título póstumo) foram os
primeiros galardoados, em 1988.
Em
1999, o galardão foi entregue a Xanana Gusmão (Timor-Leste) e, em 2001, ao
bispo Zacarias Kamwenho (Angola).
1999, o galardão foi entregue a Xanana Gusmão (Timor-Leste) e, em 2001, ao
bispo Zacarias Kamwenho (Angola).
[Notícia
atualizada às 11h10]
atualizada às 11h10]

sabel Andrade · Trabalha na empresa ISS, IP
É preciso não esquecer, para não deixar morrer pessoas que com pequenos gestos tentam mudar o Mundo, entre elas temos Raif Badawi, Luaty Beirão e outros. Somos nós a fronteira entre a vida e a morte, por isso é preciso agir, é preciso não esquecer e continuar a pressionar para que vivam, para que sejam libertados