Hora de Fecho: Ivković: “Ronaldo não resolve nada sozinho”

Croata mais “português” não há. Viveu (e jogou) entre nós de 1998 até 2004. “E até casado com uma portuguesa fui”, lembra Ivkovic. Mas nos “oitavos” é só croata: “Fomos os melhores até aqui”.
O mundo teve que encolher numa aldeia para encontrarmos Domegoj e Stipe, dois croatas vindos da Austrália, em Lens. Um deles jogou com Mark Viduka e tem Josip Simunic, adjunto da Croácia, na família.
Neste momento em que a Libra não sabe bem para onde vai, nada como aproveitar a onda. Susana Romana deixa sugestões que vão muito bem com este aparente apocalipse europeu. Corram.
Há uma petição por um novo referendo com quase 1,7 milhões de assinantes. Outra pede a independência de Londres e tem mais de 140 mil assinaturas. Há muitos britânicos descontentes com o Brexit.
Presidente da Comissão Europeia pede o divórcio, o mais rápido possível, entre a UE e Reino Unido. E lembra os reformados ingleses a viver em Portugal e Espanha para ilustrar dúvidas sobre o futuro.
Em defesa da União Europeia, o ministro do Negócios Estrangeiros alemão disse: “Não vamos deixar que ninguém nos tire a Europa” e que o Reino Unido deve abandonar “assim que possível”.
O comissário europeu Jonathan Hill demitiu-se por causa dos resultados do referendo britânico. Hill tem o pelouro dos serviços e mercados financeiros.
A Polónia venceu a Suíça em penáltis (5-4), depois de um empate a uma bola nos 120 minutos. Os polacos vão jogar nos quartos-de-final com Portugal… ou Croácia. Siga tudo aqui em direto.
No Euro-96 Portugal e Croácia disputaram o primeiro lugar do Grupo D. Figo, João Pinto e Domingos construíram o três-zero. Veja aqui os golos do que aconteceu há 20 anos.
Foi mais ou menos à Stevie Wonder. Guardiola ligou ao seu futuro jogador, Raheem Sterling, para o sossegar e dar moral. “Mantém a tua cabeça levantada, não te preocupes. Eu sei que és bom”, terá dito.
X CONVENÇÃO DO BLOCO DE ESQUERDA
Se amanhã o BE fosse Governo rasgava o Tratado Orçamental e exigia a renegociação da dívida. No limite, Portugal saía do euro. Bravata? Ou faria como Syriza e aceitava as exigências de Bruxelas?
O referendo britânico mostrou que é possível imaginar o futuro de um país europeu fora da União Europeia. A UE tornou-se mortal. Deixou de ser inevitável. A “bicicleta” de Delors afinal pode pode cair
Procurar fazer do Reino Unido uma “vacina” contra outros países que tenham iguais tentações soberanistas será fútil, irresponsável e contraproducente.
Segundo o relatório, para 2015, do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR) há, no mundo inteiro, 65,3 milhões de refugiados. “Se fossem um país, seriam o 21º maior do mundo”.
Não é tempo de despeito ou rancor, antes de compreender o mal-estar europeu que levou ao Brexit. A mensagem que os britânicos reforçaram é que os povos não querem nem “mais” Europa nem mais integração
O referendo britânico talvez tenha mudado a Europa e o mundo. Mas é importante lembrar que começou como um truque de David Cameron para travar o UKIP. Para evitar uma inundação, deitou fogo à casa.
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