«No seu todo, o álbum é noturno, romântico, boémio até. (…) “A Guerra Peninsular” merece destaque por ser, sobretudo, uma canção de belos contornos instrumentais (…) Marca o álbum, e isso é sinal de caráter, de qualidade distintiva (…) Vias de Extinção é mais um triunfo de Benjamim.» (in Altamont)
«um disco (…) com o qual acabou por reinventar todo o seu universo musical, através de um punhado de canções (im)perfeitas como Urgência Central, Guerra Peninsular, Segunda-Feira, Domingo ou Incógnito.» (in Diário de Notícias)
«disco em que bem doseadas marcas de nostalgia (…) são vertidas em melodia pop bem trabalhada e em verve de cantautor – synth-pop feita matéria orgânica em Segunda-feira, com falsete bem medido; trautear soft-rock na depressão de Domingo; baladas 70s de harmonias vocais particularmente inspiradas, deliciosamente agridoce, na despedida Serviço de Despertar.» (in Ípsilon)
«“Vias de Extinção” é mais um dos grandes discos nacionais do ano da pandemia, é Benjamim a assumir-se como grande escritor de canções que já era e exímio produtor das mesmas e um maestro a reunir os melhores músicos.» (in Punch)
«Um trabalho de exploração de novos caminhos em que (…) aventura-se no sintetizador e em novos registos vocais e acaba a cimentar a sua posição como um dos grandes músicos nacionais desta geração.» (in Revista Variações)
«uma impressionante e ambiciosa coleção de temas no registo electrónico, trespassadas pelos evidentes talentos composicionais de Benjamim.» (in Sábado)
«No conjunto de canções apresentadas destacam-se o pop oitentista de “Urgência Central”, o tom baladeiro da faixa-título, a divertida “Domingo” e a pegada dançante de “Incógnito”.» (in Scream & Yell)
«Um dos que mais se destacaram foi Vias de Extinção (…) um álbum de reinvenção artística mas também uma reflexão sobre o mundo em que vivemos.» (in Visão)
«“Vias de Extinção” é um álbum com um coração grande. Cresce, desabrocha e dança numa catarse cósmica com canções caleidoscópicas, cheias de cores, memórias e pessoas, é um disco de quem ama a música sem preconceitos.» (in Time Out Portugal)