O fruto que veio do Irão apreciado por católicos, judeus e muçulmanos
Em Portugal, a tradição manda que esteja presente na mesa no Dia de Reis. Entre os judeus de origem ocidental, existe a tradição de colocar sementes da fruta debaixo da almofada na passagem do ano judaico – comemorado em setembro. O profeta Maomé, segundo escritos, afirmava: “coma romã, para se livrar da inveja e do ódio”.
A árvore é um arbusto de tronco acinzentado, bastante ramificado e não muito alto por comparação com a maioria das árvores de fruto. As folhas que brilham, são de cor verde. A flor que antecede o fruto, são vermelho-alaranjadas.
A romã é um fruto delicioso oriundo da região da Pérsia – atual Irão e Turquemenistão -, e começou espalhar-se há milhares de anos, por pela Ásia, África, região do Mediterrâneo e até há poucos séculos pelas Américas especialmente na Califórnia onde já existem milhões de plantas. Este fruto é do tamanho duma maça vulgar apresentando uma casca dura com uma cor que vai desde o alaranjado até ao vermelho escuro. Trata-se, portanto, de uma “maçã com sementes”.
O fruto, de casca dura e resistente, de tons amarelados ou avermelhados, manchados de escuro, rachando-se de dentro para fora, quando o fruto está maduro. Frutifica durante a Primavera e Verão, sendo um fruto vermelho que é comido – na sua época natural – no Inverno.