Mundo | Etanol, questão de soberania nacional

Mundo | Etanol, questão de soberania nacional

20/08/2019 0 Por Carlos Joaquim
Num momento histórico em que, sob o pretexto de preservar, assistir religiosa e socialmente os cerca de 20 milhões de habitantes da Amazônia, a ONU, ONGs e o Vaticano na realidade trabalham para internacionalizar esse imenso território, saindo o Brasil como o maior perdedor, por deter a maior parte dessa área. O chamado corredor “Triplo A” (Andes, Amazonas e Atlântico) é um exemplo da ameaça que paira sobre territórios de seis países, surripiando cerca de dois milhões de km quadrados [mapa acima].
Com a nossa soberania ameaçada, um dos pilares da nossa independência são os combustíveis. Plinio Corrêa de Oliveira sempre defendeu a produção de um combustível alternativo no Brasil. Quando ainda menino, com a eclosão da Primeira Guerra Mundial, ele sentiu na pele com toda a sua família e a sociedade brasileira o fato de não termos independência em relação aos combustíveis.
Situação não muito diferente ocorreu de forma mais acentuada durante a II Guerra, pois a frota nacional havia aumentado muito, nossas fontes de abastecimento ficavam todas no além-mar, e os petroleiros corriam o risco de ser bombardeados.
Com o surgimento da Petrobras na década de 1950 a situação não mudou muito, pois ela foi plasmada pelo monopólio estatista, tão em voga no comunismo e no nazismo, e, em vez de confiar na iniciativa privada como, por exemplo, nos Estados Unidos, em que o Estado só entrava como regulador do mercado, o Estado brasileiro quis monopolizar a produção e o refino de seu petróleo.