Dead Combo, The Parkinsons e Go!zilla no festival “Party Sleep Repeat” de 2019
sétima edição do festival Party Sleep Repeat levará a São João da Madeira, a 27 de abril, dez concertos por bandas portuguesas como os Dead Combo e The Parkinsons, e os italianos Go!zilla, revelou hoje a organização.

O evento terá lugar na Oliva Creative Factory e, com bilhetes a preços entre dez e 15 euros, consoante a data de aquisição, inclui usufruto gratuito da viagem de autocarro entre o Porto e São João da Madeira, em dois horários diferentes e sempre mediante reserva prévia.
Parte da receita do festival volta a ser dedicada a duas causas sociais: a Liga Portuguesa Contra o Cancro e o projeto “Apadrinhe Esta Ideia”, com que a associação Ecos Urbanos apoia famílias locais economicamente vulneráveis.
Quanto às bandas em palco, fonte da organização diz que a edição de 2019 se faz com “nomes estruturantes da música nacional e os melhores artistas emergentes entre Portugal e Itália” – todos distribuídos por três palcos, a partir das 16:00.
Os cabeça-de-cartaz são os Dead Combo e irão apostar em temas do seu mais recente álbum, “Odéon Hotel”, que contou com a participação de músicos convidados como o norte-americano Mark Lenegan, que aí deu voz a um poema escrito por Fernando Pessoa.
Os The Parkinsons, por sua vez, vêm dividindo a carreira entre Portugal e o Reino Unido, e são apontados como “uma das melhores bandas punk-rock a surgir no circuito musical britânico no começo deste século”, atuando na Oliva no dia em que se cumpre um ano sobre a edição do disco “The Shape of Nothing to Come”.
Já os italianos Go!zilla incluem São João da Madeira na digressão que prevê “cerca de 450 concertos pela Europa e pelos Estados Unidos da América” para apresentação do álbum “Modern Jungle’s Prisioners”, que envolve vários géneros, em rock psicadélico.
O Party Sleep Repeat contará ainda com os Glockenwise, que, depois de três álbuns originais em Inglês, apostaram em “Plástico” para explorar letras em Português e reforçaram a banda com mais músicos, consolidando assim uma sonoridade “arrojada e contagiante”.