O Sínodo da Amazônia a caminho do socialismo ecológico
Já se suspeitava que o Sínodo da Amazônia ia virar um festival progressista. Sua palavra-chave: “a abolição do celibato”, por razões pseudo-pastorais. Mas faltavam ainda provas concretas, que agora começam a aparecer gradualmente, para documentar essa suspeita.
Georgetown, a Universidade dos jesuítas em Washington, conhecida por suas extravagantes experiências teológicas, está promovendo um simpósio para preparar o Sínodo da Amazônia.
A esse respeito, relata a Agência de Notícias Católica (KNA): “Adveniat, organização de ajuda à América Latina,manifestou-se a favor de objetivos claros. ‘A proteção abrangente dos pobres marginalizados e da criação ferida tem prioridade absoluta’, declarou seu presidente-executivo Michael Heinz”.
Concretamente isso significa que objetivos supostamente pastorais estão sendo empacotados em um programa para proteger a “classe social marginalizada” e proteger uma “criação” supostamente “ferida.”
Para o leitor pode parecer estranha essa ligação. No entanto, tal conexão é bastante comum nos círculos católicos reformistas na América Latina. Trata-se de uma evolução da “Teologia da Libertação” clássica (adoção do método da luta de classes para objetivos comunistas sob o disfarce da religião católica) no sentido de uma fusão com o ecologismo neo-pagão e socialista.