Na Biblioteca Municipal de Cantanhede Teatrão apresentou espetáculo “Terra Torga”
Cerca
de 60 pessoas assistiram ao espetáculo teatral Terra
Torga,
no passado dia 10 de março, no auditório da Biblioteca Municipal de
Cantanhede. A peça foi idealizada e representada pelo grupo Teatrão
– Oficina Municipal de Teatro, de Coimbra, onde é abordada a obra
de Miguel Torga, escritor bastante importante na literatura nacional
e autor de leitura obrigatória na disciplina de Português, no 7º
ano.
de 60 pessoas assistiram ao espetáculo teatral Terra
Torga,
no passado dia 10 de março, no auditório da Biblioteca Municipal de
Cantanhede. A peça foi idealizada e representada pelo grupo Teatrão
– Oficina Municipal de Teatro, de Coimbra, onde é abordada a obra
de Miguel Torga, escritor bastante importante na literatura nacional
e autor de leitura obrigatória na disciplina de Português, no 7º
ano.
O
Teatrão define a peça Terra
Torga
como “uma
viagem. Uma viagem que fazemos guiados por Torga, escritor ímpar no
panorama da nossa literatura e pelas suas palavras aos nossos locais
de eleição, às nossas memórias de infância e aos nossos sonhos”.
O
grupo de teatro continua, afirmando “neste
caminho partilhado evocamos paisagens e tradições do nosso país ao
mesmo tempo que contamos algumas das histórias do universo deste
autor, de uma forma não narrativa e em que o corpo e o corpo em
movimento se apresentam como protagonistas e construtores de vários
pequenos momentos, em que não há uma linha única de interpretação,
mas antes a total liberdade de quem vê para construir as suas
próprias histórias e deixar – se envolver neste ambiente quase
sonhado”. A
companhia conclui “este
espetáculo encontra – se assim num lugar de fragilidade, onde
procuraremos o nosso Reino Maravilhoso, aquele sitio, que sendo
obrigatoriamente diferente para cada um, é o sítio da respiração
livre e dos dias felizes”.
Teatrão define a peça Terra
Torga
como “uma
viagem. Uma viagem que fazemos guiados por Torga, escritor ímpar no
panorama da nossa literatura e pelas suas palavras aos nossos locais
de eleição, às nossas memórias de infância e aos nossos sonhos”.
O
grupo de teatro continua, afirmando “neste
caminho partilhado evocamos paisagens e tradições do nosso país ao
mesmo tempo que contamos algumas das histórias do universo deste
autor, de uma forma não narrativa e em que o corpo e o corpo em
movimento se apresentam como protagonistas e construtores de vários
pequenos momentos, em que não há uma linha única de interpretação,
mas antes a total liberdade de quem vê para construir as suas
próprias histórias e deixar – se envolver neste ambiente quase
sonhado”. A
companhia conclui “este
espetáculo encontra – se assim num lugar de fragilidade, onde
procuraremos o nosso Reino Maravilhoso, aquele sitio, que sendo
obrigatoriamente diferente para cada um, é o sítio da respiração
livre e dos dias felizes”.
Após
a apresentação de Terra
Torga
foi realizada uma oficina, onde os mais novos puderam trocar opiniões
com os atores sobre suas experiências de vida e efetuaram jogos
didáticos.
a apresentação de Terra
Torga
foi realizada uma oficina, onde os mais novos puderam trocar opiniões
com os atores sobre suas experiências de vida e efetuaram jogos
didáticos.
A
iniciativa está inserida no
Festival de Artes Performativas, que se encontra a decorrer na região
de Coimbra e resulta de uma parceria entre diversos municípios, com
especial destaque para Cantanhede, Coimbra, Condeixa, Figueira da
Foz, Mira, Soure e Tábua.
iniciativa está inserida no
Festival de Artes Performativas, que se encontra a decorrer na região
de Coimbra e resulta de uma parceria entre diversos municípios, com
especial destaque para Cantanhede, Coimbra, Condeixa, Figueira da
Foz, Mira, Soure e Tábua.
Esta
é a primeira edição deste Festival que apresenta diversos
espetáculos, em que atores tem como ponto de partida a importância
dos livros, na essência das palavras escritas por autores
portugueses, para as representar de múltiplas formas de expressão
cultural, com especial destaque para a dança e o teatro.
é a primeira edição deste Festival que apresenta diversos
espetáculos, em que atores tem como ponto de partida a importância
dos livros, na essência das palavras escritas por autores
portugueses, para as representar de múltiplas formas de expressão
cultural, com especial destaque para a dança e o teatro.
Os
atores Aldara Bizarro, Ainhoa Vidal, Marina Nabais, Leonor Barata e o
Teatrão irão continua a divulgar as suas criações pelos teatros e
bibliotecas da região.
atores Aldara Bizarro, Ainhoa Vidal, Marina Nabais, Leonor Barata e o
Teatrão irão continua a divulgar as suas criações pelos teatros e
bibliotecas da região.
Sobre
o Teatrão
o Teatrão
O
Teatrão é uma companhia profissional de teatro fundada em 1994, e
que desde 2010 apresenta o estatuto de instituição de utilidade
pública. A partir da sua fundação os seus projetos são
desenvolvidos na cidade de Coimbra, mantendo até 2001 uma atividade
regular e quase exclusiva na área do teatro para a Infância, data a
partir da qual decidiu alargar a sua ação a um público mais
heterogéneo – o adolescente e adulto – com quem tem estabelecido
um diálogo contínuo, muito próximo.
Teatrão é uma companhia profissional de teatro fundada em 1994, e
que desde 2010 apresenta o estatuto de instituição de utilidade
pública. A partir da sua fundação os seus projetos são
desenvolvidos na cidade de Coimbra, mantendo até 2001 uma atividade
regular e quase exclusiva na área do teatro para a Infância, data a
partir da qual decidiu alargar a sua ação a um público mais
heterogéneo – o adolescente e adulto – com quem tem estabelecido
um diálogo contínuo, muito próximo.
O
Teatrão tem apresentado peças de autores clássicos e modernos,
escolhidos de acordo com os temas das temporadas, e produzido textos
inéditos, em especial para a infância e juventude. A atividade da
companhia tem hoje três facetas – a criação de espetáculos de
teatro próprios, a apresentação de espetáculos de música, dança
e teatro produzidos por outros, e a formação nas áreas do teatro e
da expressão dramática -, centrando-se sempre no levantamento de
questões que encontramos urgentes: a construção de referências, o
diálogo com o imaginário, a fronteira entre realidade e ficção e
a potência criativa do conflito tradição/inovação, são exemplos
de temas que, articulados entre si, nos conduzem a propor uma
discussão maior, a do mundo em que vivemos hoje.
Teatrão tem apresentado peças de autores clássicos e modernos,
escolhidos de acordo com os temas das temporadas, e produzido textos
inéditos, em especial para a infância e juventude. A atividade da
companhia tem hoje três facetas – a criação de espetáculos de
teatro próprios, a apresentação de espetáculos de música, dança
e teatro produzidos por outros, e a formação nas áreas do teatro e
da expressão dramática -, centrando-se sempre no levantamento de
questões que encontramos urgentes: a construção de referências, o
diálogo com o imaginário, a fronteira entre realidade e ficção e
a potência criativa do conflito tradição/inovação, são exemplos
de temas que, articulados entre si, nos conduzem a propor uma
discussão maior, a do mundo em que vivemos hoje.

