DEUS

28 de Novembro, 2015 0 Por Carlos Joaquim
Como antes já houvera citado, prossigo
com o artigo: Deus o Amor e o Diabo.

O respeito é a base para qualquer
entendimento. Entender não é menosprezar o conhecimento alheio, nem prévio, mas
sim colaborar para uma visão ampla dos conceitos humanos.
Nesta visão
esquece-se a religião é embrenha às análises. Apenas puro e tão somente, na
realidade palpável aos estudos que se pode fazer. Os meios científicos não são
os únicos, porem aqui no artigo embasamos neste. A ciência estuda a vida em
vários aspectos; e um estudioso desta, nada mais é que alguém a procura de
factos e explicações plausíveis a quaisquer assunto.
O dicionário Aurélio traz em suas
páginas a explicação para Deus em algumas linhas. Como se pode explicar algo
abstracto aos olhos? É simples porem a explicação a qual se recebe dentro e
fora de uma religião. Em 53 linhas apenas se explica DEUS, contrapondo-se a 83
linhas para o DIABO. O que levaria explicar-se tão pouco algo que para a
maioria é relevante; e explicar-se tanto algo que causa repulsa humana a grande
maioria. Eu diria a curiosidade nata do bicho humano; um predador por natureza,
o qual aqui pode se assemelhar a imagem do Diabo, se compararmos o diabo a sua
maior característica que seria a predação humana. Algo que envolve as pessoas e
lhes provocam o desequilíbrio ético e moral da vida; dando ao homem a predação
animal que lhe compete sem absorver nenhuma razão existencial.
Deus é uma palavra originária do latim
deus. Princípio supremo à todas as formas religiosas. Assim sendo vejamos o que
são princípios.
Princípios por sua vez são considerados
como sendo o primário momento aos quais os desenvolvimentos posteriores devem
estar em acordo na ciência “religiosa” em questão. Assim pode-se
concluir Deus como o princípio de um credo.
Como é notório a própria explicação
humana de Deus, este é o símbolo de conduta, como pode se ver constatado no
parágrafo anterior; ora pois, nenhuma religião se embasa em nada do que não
crê.
Ou não seria uma religião e sim um experimento de credos. Não importa para
a leitura deste artigo, a crença, o credo, mito ou outros adjectivos
abstractos; uma vez tudo o que norteia a palavra Deus, se foca em um ser
infinito nas perfeições abstractas da criação do universo. Ser este, capaz de
ser o princípio vislumbrado pela espécie humana; lembrando ainda que outros
animais não possuem decodificações abstractas para a vida em geral, e sim
decodificações concretas de sobrevivência. A espécie humana é a única capaz de
cultivar abstracções, posto que os demais não usam na mesma frequência o que
chama-se de Razão Humana.
Conclui-se: às demais espécies o princípio Deus não
cabe; ou é possível vermos quaisquer outros animais, por quaisquer formas que
sejam, adoptarem esta ou aquela religião?
Em muitos estudos teológicos, Deus sai
do princípio e empreguiça-se no eu individualizado dentro de um selecto grupo;
que por sua vez crê. Isto ao ver científico impede uma maior compreensão da
palavra Deus. Quando o homem se insere no grupo que adopta Deus como princípio,
ele rompe-se da ignorância medieval em sentido biológico animal e passa para
uma nova fase; onde há condições filosóficas para a palavra Deus. Aqui Deus
passa a ser o princípio supremo da explicação para dúvidas de existencialismo
humano em sentido concreto. Como explicar o concreto, senão pelo mesmo
concreto! Quando o concreto não seja pautável deve-se ser observável. Neste
processo o respeito é útil sempre.

Em momento algum o homem assume copiar
Deus; embora relate ser este sua imagem e semelhança. Assim a principal função
da palavra Deus para os homens se embasa em todo o princípio observável a esta
espécie, voltando a si próprio sempre. Ou poderia-se julgar Deus, um indivíduo
como relata ser o Diabo, algo sem princípios algum? Em suma para humanos Deus é
princípio; que reflecte o interior da própria espécie, onde tal base se expressa
durante a existência da vida. Mas porque precisa-se explicar mais o Diabo? Este
é assunto para a outra parte do artigo.
Criam-se as palavras, para as energias e
sentimentos não palpáveis serem absorvidos no meio social. Se estabelece normas
e finalmente confia a si próprio a função de crer que Deus “esteja na
vida”, ou seja, consigo próprio. Quando este for capaz de ser a imagem e
semelhança de princípios “divinos” Deus, filosóficos e não
rudimentares animais sem princípios quaisquer, é assim um ser averso ao Diabo e
correto aos “olhos da energia na palavra abstracta Deus. Ora, ora, veja-se
mais uma vez o egoísmo humano trazendo em si a razão e mais uma vez o homem é o
único centro receptivo de Deus, o único feito a capacidade e exercer sua
semelhança.
Levando em conta que seja a espécie
humana a única capaz de “adequada razão” para absorver abstracções;
logo se torna impossível a religião ser algo notado e aceitável a todo ser
vivo; assim sendo, não compete o ato religioso ao reino animal em geral. Para a
vida como um todo Deus está na explicação humana do respeito, posto que a falta
de respeito a vida torna-se coisa do Diabo. Exemplo: desrespeitar a vida de
outrem não parte do principio Deus, mas sim do conceito abstracto Diabo.
Assim sendo os demais animais deveriam
viver em desrespeito mutuo e constante, no entanto não ocorre tal fato. Por
vezes se pode notar grupos de animais vivendo respeitosamente e harmonicamente,
estariam estes em sintonia com Deus? O princípio de sobrevivência dos elefantes
seria algo divino onde a convivência totalmente respeitosa do limite de cada um
e da cooperação entre estes. Cetáceos teriam conceitos teológicos para a harmonia
dentro da própria espécie? Seriam estes com conhecimento de respeito a vida, ou
seriam humanos com falta de respeito a própria espécie, os chamados
desvirtuosos de Deus, (ausentes de Deus); ou seja: os seguidores do Diabo
(aqueles que desrespeitam a vida). Ate onde vai o que não se pode ver! Vai
longe, e a ciência prova; poucas coisas ainda é bem verdade, mas muitas
importantes como a fé que hoje no mundo científico ganha o nome de placebo, já
mais que provada e comprovada. Contra fatos verdadeiros, não há argumentos
implacáveis. A fé existe, um abstracto comprovado e sem dúvidas remanescentes.
Seria por fim um grande absurdo dizer
que Deus é amor? Ou seria o respeito intrínseco de cada animal a tradução para
a abstracção na palavra Deus? Ou ainda seria despautério dizer ame seu próximo
como a si mesmo! Como se pode entender abstracções sem saber a essência real de
cada uma delas. O estudo de cada palavra é fundamental. Cabe olhar em si cada
qual que nas profundezas dos mais ocultos segredos humanos queira entrar.
É possível amar o próximo; o que é amor?
Como fazer algo abstracto sem entende-lo antes? Será Deus entendido como
palavra e essência a todo ser humano? Cabe a Deus o egoísmo humano que provoca
guerras entre religiões e ainda causa desentendimentos entre seres de mesma
espécie, os quais lutam por estarem sempre certos em seus conceitos abstractos
do entendimento na palavra Deus. Quem é o dono da verdade? Atire a primeira
pedra quem aceita e respeita a verdade em todas as coisas!
O amor existe, ou é
um abstracto mal compreendido? Segue a leitura em 1.2.O Amor, deste artigo:
Deus o Amor e o Diabo.
Um grande abraço a todos!

Postado por LUCIENE
RROQUES