Ciclo de Teatro Amador de Cantanhede com espetáculos em Casal de Cadima e Febres
No próximo fim de semana, 4 e 5 de Fevereiro
O
XIX Ciclo de Teatro amador de Cantanhede regressa no próximo fim de
semana, com a estreia do Grupo de Teatro da ACDC – Associação
Cultural e Desportiva do Casal (freguesia de Cadima), sábado, às
21h30, na sua sede, e com mais um espetáculo das Pequenas Vozes de
Febres, no Salão Paroquial de Febres, domingo, às 15h30, depois de
terem cumprido uma jornada de itinerância em Ourentã.
A
participação do Grupo de Teatro da Associação Cultural e
Desportiva do Casal no certame começa perante o seu público, que
vai ter oportunidade de assistir a um drama e duas comédias de
costumes da autoria de Manuel da Silva Barreto, o autor da
generalidade peças daquela formação cénica e que é também o
encenador. “Experiência Fatal” tem uma narrativa centrada
na problemática da droga e do papel da família na superação da
dependência. É a história da vida de um casal dilacerado pelos
sinais de comportamento desviante do filho e das tentativas para
evitarem o que parece ser uma inevitabilidade. Num registo
completamente diferente, “Namoro Confuso” é uma farsa sobre
dois irmãos gémeos que se apaixonam e começam a namorar com
duas irmãs, também gémeas, ponto de partida para uma série de
confusões e trocas imprevistas que geram situações hilariantes.
Finalmente, a terceira parte do espetáculo é preenchida com mais
uma edição de “Vamos Cortar na Casaca” – Versão
Parlamento Aberto”. Trata-se de uma das já habituais
rábulas de Manuel Silva Barreto sobre a situação política do
país, na versão de Parlamento Aberto, onde a ação que aí
se desenrola é fonte de inspiração para quadras
de uma espiritualidade mordaz.
participação do Grupo de Teatro da Associação Cultural e
Desportiva do Casal no certame começa perante o seu público, que
vai ter oportunidade de assistir a um drama e duas comédias de
costumes da autoria de Manuel da Silva Barreto, o autor da
generalidade peças daquela formação cénica e que é também o
encenador. “Experiência Fatal” tem uma narrativa centrada
na problemática da droga e do papel da família na superação da
dependência. É a história da vida de um casal dilacerado pelos
sinais de comportamento desviante do filho e das tentativas para
evitarem o que parece ser uma inevitabilidade. Num registo
completamente diferente, “Namoro Confuso” é uma farsa sobre
dois irmãos gémeos que se apaixonam e começam a namorar com
duas irmãs, também gémeas, ponto de partida para uma série de
confusões e trocas imprevistas que geram situações hilariantes.
Finalmente, a terceira parte do espetáculo é preenchida com mais
uma edição de “Vamos Cortar na Casaca” – Versão
Parlamento Aberto”. Trata-se de uma das já habituais
rábulas de Manuel Silva Barreto sobre a situação política do
país, na versão de Parlamento Aberto, onde a ação que aí
se desenrola é fonte de inspiração para quadras
de uma espiritualidade mordaz.
No
domingo, 5 de fevereiro, às 15h30, as Pequenas Vozes de Febres
regressam ao palco, neste caso o do Salão Paroquial de Febres, para
nova apresentação de “A Princesinha”, segundo uma adaptação a
partir da obra original de Frances Hodgson Burnett. Representada por
crianças e jovens dos quatro aos 14 anos, esta peça especialmente
dirigida a um público infantojuvenil é baseada na conhecida
história de Sara, uma menina rica, inteligente e excecionalmente
imaginativa, que é trazida da Índia pelo seu pai para estudar num
colégio de elite em Inglaterra. Alvo de invejas por causa da sua
posição socioeconómica, Sara vê-se obrigada a passar por grandes
privações na sequência de uma tragédia que afeta a sua família,
mas consegue preservar a nobreza, orgulho e generosidade, numa
postura que a ajuda a mudar o seu destino.
domingo, 5 de fevereiro, às 15h30, as Pequenas Vozes de Febres
regressam ao palco, neste caso o do Salão Paroquial de Febres, para
nova apresentação de “A Princesinha”, segundo uma adaptação a
partir da obra original de Frances Hodgson Burnett. Representada por
crianças e jovens dos quatro aos 14 anos, esta peça especialmente
dirigida a um público infantojuvenil é baseada na conhecida
história de Sara, uma menina rica, inteligente e excecionalmente
imaginativa, que é trazida da Índia pelo seu pai para estudar num
colégio de elite em Inglaterra. Alvo de invejas por causa da sua
posição socioeconómica, Sara vê-se obrigada a passar por grandes
privações na sequência de uma tragédia que afeta a sua família,
mas consegue preservar a nobreza, orgulho e generosidade, numa
postura que a ajuda a mudar o seu destino.
Sobre
o Grupo de Teatro da ACDC – Associação Cultural e Desportiva do
Casal
o Grupo de Teatro da ACDC – Associação Cultural e Desportiva do
Casal
O
Grupo de Teatro da Associação Cultural e Desportiva do Casal foi
fundado em 24 de outubro de 2004, sendo constituído na altura por 16
elementos. Estreou-se em palco no dia 26 de dezembro do mesmo ano com
a realização de Festa de Natal/Teatro levando a palco variedades
das quais se salienta a comédia “O cliente tem sempre razão” da
autoria de Manuel Silva Barreto.
Grupo de Teatro da Associação Cultural e Desportiva do Casal foi
fundado em 24 de outubro de 2004, sendo constituído na altura por 16
elementos. Estreou-se em palco no dia 26 de dezembro do mesmo ano com
a realização de Festa de Natal/Teatro levando a palco variedades
das quais se salienta a comédia “O cliente tem sempre razão” da
autoria de Manuel Silva Barreto.
A
29 de janeiro de 2006 levou a palco, em conjunto com outras peças, a
comédia da autoria de Manuel Silva Barreto “Médico de Família”
que foi também apresentada em maio de 2008, pelos mesmos atores, na
festa dos Missionários Combonianos em Coimbra.
29 de janeiro de 2006 levou a palco, em conjunto com outras peças, a
comédia da autoria de Manuel Silva Barreto “Médico de Família”
que foi também apresentada em maio de 2008, pelos mesmos atores, na
festa dos Missionários Combonianos em Coimbra.
A
17 de março de 2007, o grupo representou, entre outras, duas peças
de Teatro da autoria de Manuel Silva Barreto, o drama “Vida e Morte
de Santa Iria” e a comédia de “A falar é que a gente se
entende”.
17 de março de 2007, o grupo representou, entre outras, duas peças
de Teatro da autoria de Manuel Silva Barreto, o drama “Vida e Morte
de Santa Iria” e a comédia de “A falar é que a gente se
entende”.
No
ano de 2008 foram novamente apresentadas peças cómicas da autoria
de Manuel Silva Barreto, nomeadamente “O Trata Tudo”; “Encontro
de Velhas Amigas” e “Vamos Cortar na Casaca”. Esta sessão de
teatro teve repetição na sede da coletividade a 23 de fevereiro, e
em Alqueidão a 2 de março do mesmo ano.
ano de 2008 foram novamente apresentadas peças cómicas da autoria
de Manuel Silva Barreto, nomeadamente “O Trata Tudo”; “Encontro
de Velhas Amigas” e “Vamos Cortar na Casaca”. Esta sessão de
teatro teve repetição na sede da coletividade a 23 de fevereiro, e
em Alqueidão a 2 de março do mesmo ano.
A
7 de março de 2009 o grupo levou a palco um drama e duas peças
cómicas da autoria de Manuel Silva Barreto, “Vida ou Morte – uma
questão de consciência”, “Parto Complicado” e “Vamos cortar
na casaca”.
7 de março de 2009 o grupo levou a palco um drama e duas peças
cómicas da autoria de Manuel Silva Barreto, “Vida ou Morte – uma
questão de consciência”, “Parto Complicado” e “Vamos cortar
na casaca”.
No
ano seguinte o grupo encenou as peças “O Polícia – Autoridade sem
Autorização” e “A Estrela do Circo”, de autor desconhecido,
ao que se juntou a versão atualizada de “Vamos cortar na Casaca –
2010” da autoria de Manuel da Silva Barreto.
ano seguinte o grupo encenou as peças “O Polícia – Autoridade sem
Autorização” e “A Estrela do Circo”, de autor desconhecido,
ao que se juntou a versão atualizada de “Vamos cortar na Casaca –
2010” da autoria de Manuel da Silva Barreto.
A
participação do grupo na 13.ª edição do Ciclo de Teatro Amador
do Concelho de Cantanhede concretiza-se com a encenação de “Os
Fora da Lei”, “Isto é volta de Bruxedo” e “Vamos Cortar na
Casaca – 2011”, trabalhos da autoria de Manuel da Silva Barreto.
participação do grupo na 13.ª edição do Ciclo de Teatro Amador
do Concelho de Cantanhede concretiza-se com a encenação de “Os
Fora da Lei”, “Isto é volta de Bruxedo” e “Vamos Cortar na
Casaca – 2011”, trabalhos da autoria de Manuel da Silva Barreto.
E
em 2012, assumindo uma vez mais a abertura do Ciclo de Teatro Amador
do Concelho de Cantanhede, o grupo apresenta de novo três peças
originais, também da autoria de M.S. Barreto, ”A Partilha”,
“Namoro Proibido” e “Vamos Cortar na Casaca – 2012” e na
edição anterior deste Ciclo de Teatro o grupo estreou uma nova
peça, intitulada “A Herança” leva a palco mais três comédias
originais, à qual se juntou a atualização da sátira cantada
“Vamos Cortar na Casaca”.
em 2012, assumindo uma vez mais a abertura do Ciclo de Teatro Amador
do Concelho de Cantanhede, o grupo apresenta de novo três peças
originais, também da autoria de M.S. Barreto, ”A Partilha”,
“Namoro Proibido” e “Vamos Cortar na Casaca – 2012” e na
edição anterior deste Ciclo de Teatro o grupo estreou uma nova
peça, intitulada “A Herança” leva a palco mais três comédias
originais, à qual se juntou a atualização da sátira cantada
“Vamos Cortar na Casaca”.
Em
2013, levou a palco as comédias “Encontro de velhas amigas”, “Eu
sou um grande médico” e “Vamos cortar na casaca – versão
2013”. Em 2014 encenou “A herança” e “Vamos cortar na casaca
– versão 2014”. Em 2015 apresentou-se com “Projeto industrial
de dois palhaços”, “Geração de viúvas” e “Vamos cortar na
casaca – versão 2015” e na última edição do certame
apresentou-se com “Vida ou morte: uma questão de consciência”,
“Um falso confessor” e “Vamos cortar na casaca – versão
2016”.
2013, levou a palco as comédias “Encontro de velhas amigas”, “Eu
sou um grande médico” e “Vamos cortar na casaca – versão
2013”. Em 2014 encenou “A herança” e “Vamos cortar na casaca
– versão 2014”. Em 2015 apresentou-se com “Projeto industrial
de dois palhaços”, “Geração de viúvas” e “Vamos cortar na
casaca – versão 2015” e na última edição do certame
apresentou-se com “Vida ou morte: uma questão de consciência”,
“Um falso confessor” e “Vamos cortar na casaca – versão
2016”.
Sobre
as Pequenas Vozes de Febres
as Pequenas Vozes de Febres
O
“Coro infantil de Febres”, surgiu a 16 de março de 2010, na
altura, constituído por 24 crianças. Atualmente, tem cerca de 60
elementos, cujas idades variam entre os 3 e os 16 anos e denomina-se
de “Pequenas Vozes de Febres”.
“Coro infantil de Febres”, surgiu a 16 de março de 2010, na
altura, constituído por 24 crianças. Atualmente, tem cerca de 60
elementos, cujas idades variam entre os 3 e os 16 anos e denomina-se
de “Pequenas Vozes de Febres”.
Mesmo
não estando envolvidos grandes encargos financeiros, uma vez que o
grupo é um projeto da Junta de Freguesia de Febres, de quem recebe
importantes apoios, em termos de cedência do local de ensaios, aos
aspetos mais burocráticos, ou outros, será de realçar, o apoio do
Município de Cantanhede e o interesse dos pais e familiares em todas
as participações em que o grupo tem estado presente.
não estando envolvidos grandes encargos financeiros, uma vez que o
grupo é um projeto da Junta de Freguesia de Febres, de quem recebe
importantes apoios, em termos de cedência do local de ensaios, aos
aspetos mais burocráticos, ou outros, será de realçar, o apoio do
Município de Cantanhede e o interesse dos pais e familiares em todas
as participações em que o grupo tem estado presente.
Os,
já, 6 anos de existência são motivo de orgulho para todos pelos
momentos de alegria e de paixão posta nas representações
concretizadas. A história que se tem vindo a construir pelas
“Pequenas Vozes de Febres” não tem deixado ninguém indiferente,
tantas têm sido as manifestações de apreço recebidas.
já, 6 anos de existência são motivo de orgulho para todos pelos
momentos de alegria e de paixão posta nas representações
concretizadas. A história que se tem vindo a construir pelas
“Pequenas Vozes de Febres” não tem deixado ninguém indiferente,
tantas têm sido as manifestações de apreço recebidas.
O
Coro dos Pequenas Vozes de Febres é dirigido, desde a sua fundação,
pela maestrina Anabela Rocha que é, também, a principal obreira
deste projeto. O grupo tem como objetivo proporcionar, a todas as
crianças, um desenvolvimento equilibrado e um apreço salutar de
cada um pela música, ajudando-as a adquirirem maior confiança,
maior autoestima para aprenderem a trabalhar e a evoluírem, em
grupo, criando, nelas, o gosto pela prática musical de conjunto.
Coro dos Pequenas Vozes de Febres é dirigido, desde a sua fundação,
pela maestrina Anabela Rocha que é, também, a principal obreira
deste projeto. O grupo tem como objetivo proporcionar, a todas as
crianças, um desenvolvimento equilibrado e um apreço salutar de
cada um pela música, ajudando-as a adquirirem maior confiança,
maior autoestima para aprenderem a trabalhar e a evoluírem, em
grupo, criando, nelas, o gosto pela prática musical de conjunto.
Em
2012, o grupo lançou o seu primeiro cd, intitulado “Sonho de
criança” e, em 2014, lançou o seu segundo álbum com dvd
incluído, “Asas do Sonho”.
2012, o grupo lançou o seu primeiro cd, intitulado “Sonho de
criança” e, em 2014, lançou o seu segundo álbum com dvd
incluído, “Asas do Sonho”.
O
grupo tem apostado, essencialmente, na música Portuguesa. Atuações
de destaque: em fevereiro e março de 2015, participou no XVII Ciclo
de Teatro Amador de Cantanhede, com o musical “Frozen – No Reino
do Gelo”. Em maio de 2015, por altura do seu 5º aniversário
apresentou um espetáculo sobre o festival da canção. Em dezembro
de 2015 participou no programa “A Praça”, RTP1. Em fevereiro de
2016 iniciou o XVIII Ciclo de Teatro Amador de Cantanhede com a
apresentação do musical “A Princesinha”.
grupo tem apostado, essencialmente, na música Portuguesa. Atuações
de destaque: em fevereiro e março de 2015, participou no XVII Ciclo
de Teatro Amador de Cantanhede, com o musical “Frozen – No Reino
do Gelo”. Em maio de 2015, por altura do seu 5º aniversário
apresentou um espetáculo sobre o festival da canção. Em dezembro
de 2015 participou no programa “A Praça”, RTP1. Em fevereiro de
2016 iniciou o XVIII Ciclo de Teatro Amador de Cantanhede com a
apresentação do musical “A Princesinha”.
Até
à data já realizaram mais de uma centena de atuações e uma dezena
de representações dos musicais em vários distritos do país.
à data já realizaram mais de uma centena de atuações e uma dezena
de representações dos musicais em vários distritos do país.
Até
à data já realizaram mais de uma centena de atuações e uma dezena
de representações dos musicais em vários distritos do país.
à data já realizaram mais de uma centena de atuações e uma dezena
de representações dos musicais em vários distritos do país.
