A forte adesão à reunião, superior ao normal e expectável, exaltou os ânimos, com adeptos a dirigirem insultos aos responsáveis benfiquistas e a protagonizarem momentos de violência.
O vice-presidente da mesa da Assembleia Geral (AG), Virgílio Duque Vieira, o primeiro secretário, Jorge Arrais, e o próprio presidente do clube, Luís Filipe Vieira, foram alvo da contestação dos adeptos benfiquistas, acalmada apenas pela intervenção reforçada da PSP.
A reunião aqueceu quando um sócio tecia críticas a Virgílio Duarte que, na sequência da ausência do presidente da mesa, foi o responsável máximo pela condução do ato. Virgílio acabou por interromper a intervenção do sócio para dizer “Ainda não perceberam que sou eu quem manda aqui”, originando uma reação geral que acabou em agressões aos responsáveis.
Luís Filipe Vieira também não escapou à desordem, tendo sido até confrontado por um sócio. As críticas foram sempre muito aplaudidas e os elogios assobiados.
Esta foi a Assembleia Geral mais concorrida desde 2003, quando Vieira assumiu a presidência do clube.
