Religião | O segredo sublime de uma dama católica

Religião | O segredo sublime de uma dama católica

23/04/2019 0 Por Carlos Joaquim
Numa época em que quase inexiste senso, tampouco autenticidade, muitos podem perguntar: qual a importância de falar de alguém que não teve projeção histórica, não é canonizada, não é conhecida e foi uma simples dona de casa e mãe?
A resposta chega a ser categórica, se fossem observadas as verdadeiras mães, simples, desconhecidas e não canonizadas. Do anonimato delas não se deduziria, por exemplo, terem gerado um grande santo, como São João Bosco. Ou se fosse analisado o rol das mães santas, não se deduziria terem elas tido necessariamente grandes filhos, como um Santo Agostinho, ou uma Santa Teresinha do Menino Jesus, todos frutos de grandes mães.
Santa Mônica e Mamma Margherita, dois exemplos muito conhecidos: alguém já se perguntou quem seria Santo Agostinho se não fosse a fé e a confiança de sua mãe na conversão dele? Quem seria São João Bosco se sua mãe, com as virtudes que a tornaram uma mulher forte e decidida, forjada para a vida difícil, não lhe tivesse dado a formação que lhe deu? Assim se cumpre a máxima do Evangelho: “Pelo fruto se conhece a árvore”.