À LUPA | A ADASCA não come o fruto do trabalho alheio
Eram 5 horas da manhã, andava a viatura da ADASCA na rua a distribuir material para as sessões de colheitas de sangue a realizar em Março no Posto Fixo, enquanto, certamente outros que se apresentam como defensores dos dadores de sangue estavam a “fazer meninos”. É irritante saber como o mundo da dádiva está minado…