Petição: Ativistas dos Direitos Laborais em risco na China

20/01/2016 0 Por Carlos Joaquim
Caro activista

Convidá-mo-lo a assinar petição aqui.

“Sete ativistas dos direitos laborais foram detidos e estão em risco de serem condenados a 15 anos de prisão apenas devido às suas ações em defesa dos direitos laborais na China. Ajude-nos a libertá-los!
A sua detenção faz parte de uma perseguição organizada contra o movimento laboral na província de Guangdong onde se verificam crescentes tensões nas indústrias da região. 
A província de Guangdong, situada no sudoeste da China era designada pela “fábrica do mundo” devido às suas numerosas indústrias tais como as de produtos têxteis, eletrónicos, de bens alimentares e de brinquedos. Devido ao abrandamento da economia na China, numerosas fábricas têm abandonado a província de Guangdong devido aos custos de produção mais altos. Esta situação tem dado origem a numerosas greves das quais 56 apenas no mês de Novembro, mais do que o dobro do que em qualquer outra província da China. Várias Organizações Não Governamentais, têm surgido, com a finalidade de ajudar os trabalhadores a proteger os seus direitos laborais. Algumas foram toleradas durante algum tempo mas atualmente estão a ser alvo de intensa perseguição, tal como aconteceu há alguns meses com as associações de advogados e de outros ativistas. 
Os dirigentes destas associações estão a ser duramente reprimidos como é o caso de Zeng Feiyang, um dos mais influentes líderes dos direitos dos trabalhadores, que foi detido em 4 de Dezembro, juntamente com a activista Zhu Xiaomei. Também He Xiaobo, Deng Xiaoming, Peng Jiayong, Meng Han e Tang Jian foram detidos desconhecendo-se o paradeiro deste último. São alvo de várias acusações, tais como “juntar uma multidão para perturbar a ordem social”, delito que pode levara a uma condenação até 15 anos de prisão. A nenhum foi permitido o acesso a advogado o que acresce os riscos de tortura nesta fase inicial de detenção. 
33 outros ativistas foram detidos para interrogatório e depois libertados. 
É urgente pedir a libertação destes ativistas e a sua proteção contra maus-tratos enquanto detidos, em particular através do acesso aos seus advogados e famílias.”

Agradecemos a sua disponibilidade e colaboração.
Convosco, pelos Direitos Humanos!

Paula Dias

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Grupo 36|Chaves da Amnistia Internacional 
      
“A nossa capacidade de indignação pode e deve levar-nos a acções construtivas, motivadas pela recusa da passividade e da indiferença”
Stephane Hessel




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John Alves
Retail Management 
University of Aveiro – Jerónimo Martins
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