Estão abertas as inscrições para a 12.ª Edição do Apps for Good Portugal
Lisboa, 26 de Novembro – Estão abertas as inscrições para a 12.ª edição do Apps for Good (AFG), um programa educativo desenvolvido pelo CDI Portugal e que coloca os alunos do 5.º ao 12.º ano, jovens universitários que serão futuros professores (UpComing Educators) e os próprios os professores a usar a tecnologia para resolver problemas reais da comunidade. Assente numa metodologia de projeto, o AFG desafia equipas a identificar desafios locais, alinhá-los com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) — como educação de qualidade, saúde e bem-estar, igualdade, ação climática ou cidades sustentáveis — e a criar aplicações com impacto social. Com formação para docentes, recursos prontos a aplicar e mentoria de especialistas, o programa desenvolve competências digitais, criatividade, pensamento crítico e cidadania ativa, transformando ideias em soluções concretas com propósito social. As escolas interessadas poderão inscrever-se gratuitamente em https://cdi.org.pt/apps-for-good/
Na 12.ª edição, o AFG terá a Inteligência Artificial como foco transversal. Serão disponibilizados conteúdos, desafios e mentoria específicos para apoiar as escolas na adoção de ferramentas de IA generativa e de aprendizagem automática, com foco em segurança, ética, privacidade e transparência. A abordagem privilegia a resolução de problemas reais com IA — desde análise de dados à prototipagem assistida — reforçando o pensamento crítico e a criatividade.
“A escola é um terreno fértil. Com o Apps for Good estamos a plantar sementes que podem se transformar em percursos profissionais, projetos de vida ou até mesmo inovações que amanhã estaremos a utilizar. Aproximamos o currículo ao mundo, colocamos os alunos perante desafios reais, mostramos que a inovação não está longe e damos palco para os seus talentos.”, afirma Matilde Buisel, gestora do programa Apps for Good em Portugal.
O AFG entrega uma metodologia de projeto pronta a aplicar, com formação, mentoria e recursos que facilitam a integração no calendário letivo. Para os alunos, traduz-se em competências digitais e socioemocionais — resolução de problemas, trabalho em equipa, comunicação e cidadania ativa — e numa experiência concreta de desenvolvimento de produto, do problema social ao pitch.
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