No próximo fim de semana. REDE SOCIAL DE CASTELO DE PAIVA PROMOVE RECOLHA DE BENS ALIMENTARES

No próximo fim de semana. REDE SOCIAL DE CASTELO DE PAIVA PROMOVE RECOLHA DE BENS ALIMENTARES

12/04/2023 0 Por Carlos Joaquim
A exemplo de outras acções  solidárias realizadas, a Rede Social de Castelo de Paiva vai promover, no próximo fim de semana, dias 15 e 16 de Abril, uma campanha de recolha de bens alimentares junto de alguns supermercados do concelho, sendo que, o propósito desta acção solidária é ajudar agregados familiares mais desfavorecidos, assegurando os níveis mínimos de sobrevivência.
      A campanha volta a surgir da vontade dos professores responsáveis da disciplina de Religião e Moral, sendo garantida a colaboração do Agrupamento Vertical de Escolas de Castelo de Paiva, que nestes dias vão disponibilizar alunos voluntários para garantir as recolhas junto das lojas do Minipreço, Super Douro e Intermarché, conforme as regras definidas pela Rede Concelhia de Emergência Alimentar.
Através da Loja Social, que a autarquia paivense tem em funcionamento, e que apoia mais de 120 agregados familiares do concelho, será possível, neste período difícil que se travessa, com um custo de vida cada vez mais elevado, fazer chegar bens alimentares a um maior numero de pessoas e famílias, que passam grandes dificuldades, nomeadamente aquelas economicamente mais vulneráveis.
Entre os produtos necessários, esta recolha vai privilegiar leite, bolachas, açúcar, farinha, sal, azeite, óleo, manteiga, arroz, massas, conservas e outros produtos enlatados, sendo que, qualquer doação, neste âmbito, será sempre bem vinda.
Rede Social de Castelo de Paiva apela à colaboração de todos nesta acção de solidariedade, incentivando uma maior oferta de doações, procurando desta forma, ajudar a debelar carências que ainda se evidenciam no território municipal, sendo certo que, existe uma maior preocupação na luta contra a pobreza, face aos constantes aumentos dos preços e da inflação, com um impacto bem negativo nas famílias mais carenciadas, que estão a sofrer porque os orçamentos familiares não esticam para contrariar o aumento brutal do custo de vida.
Carlos Oliveira