“Quando se fizer a história, não apenas o facto de ter atingido um superavit no orçamento, mas de ter tido uma gestão como foi aquela a que assistimos nos últimos anos, isso fica para a história. E é inquestionável”, afirmou Marcelo Rebelo de Sousa aos jornalistas, em Cascais.
Referindo que a saída de Centeno do Governo “é uma escolha do próprio”, que respeita, o chefe de Estado elogiou a sua atuação: “Foi e ainda é um grande ministro das Finanças, contribuiu muito para o prestígio externo de Portugal, nomeadamente na União Europeia, como presidente do Eurogrupo, e foi certamente das principais personalidades políticas dos últimos anos na vida nacional. Isso é um facto que é incontroverso”.