Religião | Quando os Céus falam à Terra

08/09/2019 0 Por Carlos Joaquim

Em Fátima, Nossa Senhora lembrou ao mundo as verdades da Fé, a existência do Céu e do Inferno, pediu penitência e a recitação do Santo Rosário pela conversão dos pecadores, advertiu contra os erros do comunismo. E no final, prenunciou sua vitória: “Por fim, o meu Imaculado Coração triunfará”.

Em Aparecida, em circunstâncias totalmente diversas, aflorou à tona d’água para três pescadores, a fim de criar e difundir sua devoção como Rainha e Padroeira do Brasil. Mãe dos grandes e pequenos, Ela conquista uns e outros, destacando-se entre seus devotos a Princesa Isabel, que em ação de graças pelo nascimento de seus três filhos doou para adornar sua pequena Imagem o manto e a coroa de ouro cravejada de diamantes.
Já no México, no local onde se ergueu o santuário que é hoje o mais visitado do mundo, Nossa Senhora apareceu ao índio Juan Diego, sob a invocação de Guadalupe, demonstrando especial predileção para com os indígenas e operando incontáveis conversões. A misericórdia da Virgem em converter os índios, não os deixando nas trevas do paganismo, inspirou e iluminou a obra de missionários nesses e em muitos outros lugares. A conversão ao Cristianismo, assim impulsionada, era um dos ideais maiores de toda a Cristandade.
Era, mas infelizmente não é mais. Ao contrário desses enviados de Deus, os missionários de hoje não querem a conversão dos índios, nem que sejam batizados a fim de praticar a religião estabelecida por Nosso Senhor Jesus Cristo. Pelo contrário, trabalham para que eles permaneçam em seu estado primitivo de barbárie.