Mundo | Tempos novos, muito novos
Incontáveis indígenas anelam se inserir no mundo civilizado, mas muitas ONGs e elementos da “esquerda católica” tentam impedi-los de abandonar os seus costumes selvagens. Em 2018, no Mato Grosso os índios Parecis plantaram 12 mil hectares de soja, e como “prêmio” receberam 44 multas do IBAMA, totalizando 129,2 milhões de reais. O motivo das multas? Castigo pelo fato de os índios terem plantado e colhido!
Tempos novos, muito novos mesmo, pois agora os índios querem produzir, empreender, sair do humilhante “zoológico” em que costumam ser apresentados ao mundo, espécie de cobaias para antropólogos e missionários inescrupulosos. Sem falar das ONGs que os rodeiam, gente com interesse pouco claro, mas que deixa evidente a intenção de tirar proveito disso.
Tal trama revolucionária da esquerda, em que missionários da igreja “progressista” se mostram contrários ao desenvolvimento espiritual e material dos índios, negando-lhes ensinar o evangelho, foi denunciada em 1977 por Plinio Corrêa de Oliveira, em seu livro Tribalismo Indígena – Ideal comuno-missionário para o Brasil no século XXI.