Tempestade Ana. Que cuidados devemos ter?

10/12/2017 0 Por Carlos Joaquim
A Proteção Civil alerta para os efeitos da tempestade que vai passar por Portugal e deixa alguns conselhos.
O estado do tempo vai agravar-se consideravelmente durante esta noite e madrugada devido à passagem da tempestade Ana.
A Proteção Civil alerta para o vento forte e para a precipitação e deixa vários conselhos.
Fixar estruturas soltas, evitar circular em terras altas, não atravessar zonas inundadas e não permanecer junto a zonas ribeirinhas, por exemplo, são alguns dos cuidados a ter.
Eis a lista dos conselhos da Proteção Civil para este domingo:
-Fixar as estruturas soltas, nomeadamente, andaimes, placards e outras estruturas suspensas;
-Observar especial cuidado na circulação e permanência junto a áreas arborizadas, devido à possibilidade de queda de ramos e árvores em virtude de vento mais forte;
-Evitar a circulação e permanência nas terras altas, onde as rajadas de vento esperadas são fortes ou muito fortes;
-Garantir a desobstrução dos sistemas de escoamento das águas pluviais e a retirada de inertes e outros objetos que possam ser arrastados ou criem obstáculos ao livre escoamento das águas;
-Abster-se de atravessar zonas inundadas, de modo a precaver o arrastamento de pessoas e/ou viaturas para buracos no pavimento ou caixas de esgoto abertas;
-Adotar uma condução defensiva, reduzindo a velocidade e tendo especial cuidado com a possível acumulação de neve e formação de lençóis de água nas vias;
-Proceder à colocação das correntes de neve nas viaturas sempre que se circular nas áreas atingidas pela queda de neve;
-Ter especial cuidado na circulação junto da orla costeira e zonas ribeirinhas mais vulneráveis a galgamentos costeiros, evitando-se circular e permanecer nesses locais;
-Abster-se de praticar atividades relacionadas com o mar, nomeadamente pesca desportiva, desportos náuticos e passeios à beira-mar, evitando-se ainda o estacionamento de veículos muito próximos da orla marítima;
-Estar atento às informações da meteorologia e às indicações da Proteção Civil e das Forças de Segurança.
Fonte: Jornal I
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