Arquivo Municipal vai reunir historial de todas as famílias Albergarienses
O Vereador da Cultura do Município de Albergaria-a-Velha, Delfim Bismarck, revelou que o
Arquivo Municipal está a proceder a um trabalho de inventariação das famílias Albergarienses
através da compilação e cruzamento de diversos registos. “Em meia dúzia de anos esperamos
ter a maioria da população cadastrada”. A afirmação foi feita na terça-feira, na cerimónia de
comemoração do nono aniversário do Arquivo Municipal, onde estiveram presentes vários
munícipes que celebraram protocolos de doação e cedência de documentação com a
Autarquia.
Arquivo Municipal está a proceder a um trabalho de inventariação das famílias Albergarienses
através da compilação e cruzamento de diversos registos. “Em meia dúzia de anos esperamos
ter a maioria da população cadastrada”. A afirmação foi feita na terça-feira, na cerimónia de
comemoração do nono aniversário do Arquivo Municipal, onde estiveram presentes vários
munícipes que celebraram protocolos de doação e cedência de documentação com a
Autarquia.
Com o intuito de promover a preservação da memória coletiva e o estudo da História local, o
Arquivo Municipal está a proceder ao levantamento de diferentes registos – registos paroquiais
de batismos, casamentos e óbitos; registos de passaporte; encomendas de fotografias da Casa
Foto Gomes; registos de velocípedes, motociclos e cartas de condução; fichas de funcionários
da Fábrica Alba – de forma a poder construir um historial das pessoas e famílias que viveram
em Albergaria-a-Velha. Com a compilação e cruzamento da informação, o munícipe pode
recolher diversos dados sobre os seus antepassados, estabelecer relações entre as pessoas e
saber “por onde andaram” os familiares, caso tenham emigrado. “O projeto do Arquivo
Municipal é único no País, não existe mais nenhum com esta dimensão em termos de
quantidade e variedade dos registos levantados”, salienta Delfim Bismarck.
Arquivo Municipal está a proceder ao levantamento de diferentes registos – registos paroquiais
de batismos, casamentos e óbitos; registos de passaporte; encomendas de fotografias da Casa
Foto Gomes; registos de velocípedes, motociclos e cartas de condução; fichas de funcionários
da Fábrica Alba – de forma a poder construir um historial das pessoas e famílias que viveram
em Albergaria-a-Velha. Com a compilação e cruzamento da informação, o munícipe pode
recolher diversos dados sobre os seus antepassados, estabelecer relações entre as pessoas e
saber “por onde andaram” os familiares, caso tenham emigrado. “O projeto do Arquivo
Municipal é único no País, não existe mais nenhum com esta dimensão em termos de
quantidade e variedade dos registos levantados”, salienta Delfim Bismarck.
Como tem sido hábito ao longo dos anos, o Arquivo Municipal aproveitou a data do seu
aniversário para celebrar protocolos de doação e cedência, sendo que, este ano, foram doze
os munícipes que disponibilizaram documentação variada ao Município. Entre o material
cedido, é possível destacar fotografias do século XX de Albergaria-a-Velha, negativos em vidro
e película com paisagens de Angeja dos séculos XIX e XX, a brochura inaugural do CineTeatro
Alba de 1950, documentação da Quinta do Fontão, de 1816 a 1935, e a encadernação
de “O Arauto de Osseloa”.
aniversário para celebrar protocolos de doação e cedência, sendo que, este ano, foram doze
os munícipes que disponibilizaram documentação variada ao Município. Entre o material
cedido, é possível destacar fotografias do século XX de Albergaria-a-Velha, negativos em vidro
e película com paisagens de Angeja dos séculos XIX e XX, a brochura inaugural do CineTeatro
Alba de 1950, documentação da Quinta do Fontão, de 1816 a 1935, e a encadernação
de “O Arauto de Osseloa”.
O Presidente da Câmara Municipal, António Loureiro, agradeceu a generosidade dos
munícipes pela partilha de diversos documentos que contribuem para aprofundar o
conhecimento do Concelho. O autarca destacou ainda o papel do Arquivo Municipal no
“potenciar da riqueza da nossa História” e na sua divulgação junto de diferentes públicos, em
especial, dos mais novos. “As crianças têm gosto em conhecer mais sobre as suas raízes”, afirmou, e deu o exemplo de uma escola que, nas suas salas de aula, já tem fotografias da
estátua da Rainha D. Teresa “inaugurada há apenas dez dias!”
munícipes pela partilha de diversos documentos que contribuem para aprofundar o
conhecimento do Concelho. O autarca destacou ainda o papel do Arquivo Municipal no
“potenciar da riqueza da nossa História” e na sua divulgação junto de diferentes públicos, em
especial, dos mais novos. “As crianças têm gosto em conhecer mais sobre as suas raízes”, afirmou, e deu o exemplo de uma escola que, nas suas salas de aula, já tem fotografias da
estátua da Rainha D. Teresa “inaugurada há apenas dez dias!”
Ao longo de 2017 o Arquivo Municipal tem dado continuidade à sua missão de tratar e
disponibilizar a mais diversa documentação do Concelho ao público, em especial, através do
seu portal, que já conta com 2055 utilizadores, que fizeram mais de 54 mil consultas desde a
sua criação. Neste ano, foi concluído o trabalho de descrição das atas da Câmara Municipal
dos séculos XIX e XX, bem como a inserção de todos os processos de obras particulares e
vistorias incorporadas no Arquivo, de 1948 a 1996.
disponibilizar a mais diversa documentação do Concelho ao público, em especial, através do
seu portal, que já conta com 2055 utilizadores, que fizeram mais de 54 mil consultas desde a
sua criação. Neste ano, foi concluído o trabalho de descrição das atas da Câmara Municipal
dos séculos XIX e XX, bem como a inserção de todos os processos de obras particulares e
vistorias incorporadas no Arquivo, de 1948 a 1996.
Em relação ao espólio fotográfico da Foto Gomes, constituída por 200 mil chapas em vidro e
película, é de salientar o registo de mais de 120 mil chapas até à década de 1970. O processo
de identificação das várias fotografias está a ser desenvolvido em parceria com os utentes da
Misericórdia de Albergaria-a-Velha, tendo o projeto colaborativo sido reconhecido como uma
boa prática pela Associação Portuguesa de Bibliotecários, Arquivistas e Documentalistas.
película, é de salientar o registo de mais de 120 mil chapas até à década de 1970. O processo
de identificação das várias fotografias está a ser desenvolvido em parceria com os utentes da
Misericórdia de Albergaria-a-Velha, tendo o projeto colaborativo sido reconhecido como uma
boa prática pela Associação Portuguesa de Bibliotecários, Arquivistas e Documentalistas.

