IPST: Não desperdiçar sangue é a melhor forma de homenagear dadores

25/03/2017 0 Por Carlos Joaquim
O aproveitamento máximo e sem desperdício do sangue doado pelos portugueses é a melhor forma de homenagear o dador, cujo dia nacional se assinala segunda-feira, disse à Lusa o presidente do Instituto Português de Sangue e Transplantação (IPST).

Almeida
e Sousa sublinhou que “as reservas de sangue em Portugal,
designadamente do IPST, são estáveis e estão dentro do necessário
para satisfazer as necessidades”.

“Todos
os parâmetros de segurança, em tempos de reserva, estão dentro do
que é mais que aceitável”, adiantou, recordando que “todos
os dias há colheitas de sangue em Portugal e as reservas estão
sempre a ser repostas”.

A
propósito do Dia Nacional do Dador de Sangue, que se assinala
segunda-feira, Almeida e Sousa considerou que a melhor forma de
assinalar esta data é “homenagear os dadores de sangue, pela
sua dádiva altruísta, benévola e solidária”.

“Queremos
evidenciar oficialmente este reconhecimento e respeito pela dádiva
de sangue”, adiantou Almeida e Sousa, para quem “o respeito
pela dádiva de sangue começa exatamente pelo aproveitamento máximo
e sem desperdício do sangue que é doado pelos portugueses”.

Um
dos objetivos do instituto é precisamente “evitar que haja
desperdício de sangue, que seja maximizado o seu aproveitamento.
Esta é a forma mais objetiva de fazer esse reconhecimento, do
respeito pela dádiva de sangue dos portugueses”.

Almeida
e Sousa pretende que esta homenagem seja “complementada com a
lembrança do próprio movimento associativo ligação à dádiva
generosa e anónima em Portugal”.

“É
um movimento forte em Portugal, há dezenas e dezenas de associações
de dador, outros tipos de associações, empresas, associações
humanitárias, grupos mais diversos que promovem a dádiva de
sangue”, afirmou.

Isto
“sem esquecer os hospitais que são parceiros do IPST e que
muitos deles têm uma recolha de sangue muito relevante”.

Fonte:Noticiasaominuto

Comentário:
existem assuntos que não interessa ser comentados, para deixar de
ser. O Cartão Nacional de Dador de Sangue, o famigerado seguro do
dador que nunca foi regulamentado, a ausência dos dadores dos locais
de trabalho para a doação de sangue, cujas empresas continuam a
fazer da Lei tábua rasa, não reconhecendo a falta ao dador como
justificada.
Por
fim, podemos ainda lembrar as deficiências/condicionamento à
entrada dos dadores para visitas aos doentes, mesmo em hospitais que
efectuam recolhas de sangue.
A
importância da comemoração do Dia Nacional do Dador de Sangue
“faleceu” para muitos dirigentes associativos, pelo que nem
sequer comparecem na cerimónia.
Ainda
a existência de duas federações de dadores(?) que mais não
servem para alimentar a divisão das associações e sacar uns
milhares de euros ao IPST. Mais do mesmo… mais do mesmo para
sempre. Dividir para reinar e alcançar objectivos cinzentos.
Caros
colegas dadores, quem vos avisa bem vos quer: abram os olhos,
questionem os vossos presidentes, procurem saber o que fazem em
concreto para defender os vossos “direitos”.
A
ADASCA é, e sempre será independente, não está sujeita a jugos.

J.
Carlos