Hora de Fecho: Marques Mendes: “Não vi os meus filhos crescer”

Luís Marques Mendes, 58 anos, é um dos políticos com mais tempo no poder em democracia. Diz que daqui a oito anos pode “pensar” nas presidenciais. É “viciado em política”. Leia a entrevista de vida.
Um holandês e um inglês morreram a caminho do hospital de Castelo Branco. Uma terceira vítima, portuguesa, era “mula” de haxixe e foi pelo seu pé ao hospital de campanha pedir ajuda, diz a GNR.
Dulce Félix terminou com o tempo de 2:30:39, a cerca de seis minutos de diferença de Jemima Jelagat Sumgong,vencedora da prova. No Badminton, Pedro Martins perde e está fora dos Jogos Olímpicos.
Oksana Chusovitina tem 41 anos e participa pela 7ª vez nos Jogos Olímpicos. É uma lenda viva da ginástica artística. Competiu por 3 bandeiras. Ganhou 2 medalhas, nenhuma pelo Uzbequistão. Será desta?
Cinco Jogos Olímpicos, 28 medalhas, 23 ouros. A maior lenda olímpica correu pela última vez e ficou no lugar mais alto do pódio. Emocionou-se e disse adeus à vida que começou em 1992.
O jovem de nacionalidade suíça que atacou e feriu seis pessoas num comboio morreu. Outro dos feridos morreu esta manhã. Polícia diz não haver indicações de que tenha sido um ataque terrorista.
Um dia de cada vez: primeiro o Orçamento, a seguir autárquicas. Depois logo se vê. Passos é o plano A, mas sinais de cansaço começam a ser evidentes. Na rentrée, discurso da catástrofe é para manter.
Fidel Castro, reapareceu em público, ao lado do irmão Raul Castro e do presidente da Venezuela, Nicolas Maduro, num espetáculo por ocasião dos seus 90 anos, transmitido pela televisão local.
Trump diz que os cidadãos com armas podem parar Hillary. Perigo à vista? Para Mike, “louco das armas” pró-controlo, não. Já White-Feather, “entusiasta” anti-controlo, teme os “malucos”.
O Observador vestiu a roupa de praia e andou, de máquina fotográfica na mão, à procura dos melhores areais paradisíacos da costa algarvia, alguns quase desertos.
Com o 25 de Abril, a BD portuguesa ganhou uma nova força. A estética conservadora deu lugar a desenhos coloridos e a temáticas políticas e libertárias. A “Visão” foi uma das revistas desse período.
Chegou a geringonça, com a promessa de um enorme crescimento. Os portugueses acreditaram, aumentaram o consumo e gastaram as poupanças. No Portugal das esquerdas, só o défice e a dívida é que crescem.
Continua a saga do turismo em Lisboa no mês de Agosto: há quem faça dinheiro, mas algumas coisas estão a desaparecer. Uma crónica em banda desenhada.
É completamente demagógico e irresponsável querer educar as crianças e os jovens sem lhes criar limites, e sem lhes dizer claramente que existem comportamentos normais e outros patológicos.
A Passos Coelho a sensatez recomenda que tenha a sagacidade de esperar. É a Costa que temos de exigir que nos faça progredir financeira, económica e socialmente. É a ele que temos de pedir resultados.
Um jovem argelino incendeia automóveis em Paris? Claro, está desempregado, vive nos arrabaldes, não tem dinheiro. Mas há quem se supere, como a Telma, filha de um pintor de automóveis e uma cozinheira
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