Obras de Anselmo Coelho e João Marques Exposições de pintura e escultura na Praia da Vieira

10/08/2016 0 Por Carlos Joaquim
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O
Auditório António Campos, situado na Avenida dos Pescadores, na Praia da
Vieira, tem patente uma exposição de pintura de Anselmo Coelho e uma exposição
de escultura de João Marques, até ao dia 28 de agosto. A entrada é gratuita.
Trata-se
de uma iniciativa organizada pelo Teatresco – Grupo de Teatro, com o apoio da
Câmara Municipal da Marinha Grande, que decorre em simultâneo com o XIV Festiv’
Álvaro – Festival de Teatro.
Anselmo
Coelho apresenta cerca de uma dezena de pinturas. O artista nasceu em  1977 em Leira, residindo atualmente em Monte
Real. Licenciou-se em pintura pela Escola Universitária das Artes de Coimbra e
lecionou durante nove anos no ensino básico e secundário um pouco por todo o
país. Leciona aulas particulares de desenho e pintura, com a realização em
paralelo de trabalhos de design gráfico e webdesign.
O
desenho e a pintura têm sido desenvolvidos de forma mais ou menos contínua em
paralelo com o restante trabalho, assim como toda a pesquisa e estudo dos
materiais e técnicas empregues na execução destes.
De
uma forma muito resumida, o seu trabalho “dá ênfase ao estudo da figura humana
no seu quotidiano e à luz com a perceção que dela temos através de diferentes
objetos e materiais”. O trabalho que faz reparte-se entre a realidade e
fantasia, com preferência para as técnicas de pintura a óleo e aguarela.
Participou
em exposições individuais e coletivas de pintura na Figueira da Foz, Coimbra,
São João da Madeira, Oliveira do Hospital, Caldas da Rainha e Sintra.
João
Baptista Ferreira Marques, escultor, reside atualmente em Ourém. É licenciado
em Escultura na ARCA-EUAC em Coimbra. Já expôs individual e coletivamente em
Caldas da Felgueira, Oliveira do Hospital, Ourém, Porto, Viseu e Paris.
O
trabalho de João Marques define-se “na tentativa de aproximar o Homem e a
Natureza, interpretando simbologias das Civilizações Antigas da América do Sul
(Incas, Astecas e Maias) e da Europa (Celta), utilizando formas e texturas
orgânicas modeladas sobre rochas que sofreram de erosão da água e do tempo, que
se destacam por estar deslocados do seu habitat natural”.
As
exposições estão patentes até ao dia 28 de agosto, podendo ser vistas aos
domingos, das 18h00 às 24h00.