Instituição do Estado com fama de roubos à medida grande cancela pensões de mais de 5 mil moçambicanos
Não são apenas os funcionários e agentes
do Estado no activo que viram os seus salários desactivados, desde princípios
de Julho corrente, por não terem realizado a prova de vida. Há também 5.285
pensionistas na mesma situação. Consequentemente, o Instituo Nacional de
Segurança Social (INSS), umas das instituições do Estado com a reputação de
desfalques de arrepiar os cabelos, gastos supérfluos do dinheiro dos
contribuintes e roubos à grande e à francesa, cancelou o embolso dos fundos a
que os referidos beneficiários tinham direito, até que se submetam ao processo
que visa provar que realmente existem.
do Estado no activo que viram os seus salários desactivados, desde princípios
de Julho corrente, por não terem realizado a prova de vida. Há também 5.285
pensionistas na mesma situação. Consequentemente, o Instituo Nacional de
Segurança Social (INSS), umas das instituições do Estado com a reputação de
desfalques de arrepiar os cabelos, gastos supérfluos do dinheiro dos
contribuintes e roubos à grande e à francesa, cancelou o embolso dos fundos a
que os referidos beneficiários tinham direito, até que se submetam ao processo
que visa provar que realmente existem.
Segundo Vitória Diogo, ministra do
Trabalho, Emprego e Segurança Social, que falava aos parlamentares da saúde do
INSS, na quarta-feira (20), em mais uma sessão de prova oral do Governo, o
sistema de previdência social conta com pelo menos 1,4 milhão de trabalhadores
afectos a 700 mil empresas.
Trabalho, Emprego e Segurança Social, que falava aos parlamentares da saúde do
INSS, na quarta-feira (20), em mais uma sessão de prova oral do Governo, o
sistema de previdência social conta com pelo menos 1,4 milhão de trabalhadores
afectos a 700 mil empresas.
O INSS, considerado um saco azul dada a
delapidação de fundo pelos gestores de topo, atribui pensão a 47 mil
moçambicanos. Destes, 98% são pagos através de uma conta bancária.
delapidação de fundo pelos gestores de topo, atribui pensão a 47 mil
moçambicanos. Destes, 98% são pagos através de uma conta bancária.
Esta entidade do Estado, a quem cabe
gerir de forma escrupulosa e criteriosa o dinheiro que os trabalhadores
descontam dos seus honorários quando estão em actividade, para que usufruam do
mesmo durante a reforma ou em caso de falecimento, invalidez, doença,
maternidade ou velhice, chegou a dar-se o luxo de permanecer três anos
consecutivos (2013, 2014 e 2015) sem apresentar os relatórios de contas nem
efectuar auditorias.
gerir de forma escrupulosa e criteriosa o dinheiro que os trabalhadores
descontam dos seus honorários quando estão em actividade, para que usufruam do
mesmo durante a reforma ou em caso de falecimento, invalidez, doença,
maternidade ou velhice, chegou a dar-se o luxo de permanecer três anos
consecutivos (2013, 2014 e 2015) sem apresentar os relatórios de contas nem
efectuar auditorias.
A situação parece ter mudado depois de
Carlos Agostinho do Rosário, Primeiro-Ministro, tem visitado aquela instituição
e concluído que as contas estavam atrasadas e tal indiciava que falta de
transparência. De acordo com Vitória Diogo, o problema já está ultrapassado.
Carlos Agostinho do Rosário, Primeiro-Ministro, tem visitado aquela instituição
e concluído que as contas estavam atrasadas e tal indiciava que falta de
transparência. De acordo com Vitória Diogo, o problema já está ultrapassado.
O cancelamento do embolso das pensões
aos beneficiários em alusão, conforme explicou a ministra, visa, a par da
suspensão dos honorários de 26.467 funcionários ainda no activo no Estado,
assegurar que o dinheiro seja pago “aos legítimos beneficiários”.
aos beneficiários em alusão, conforme explicou a ministra, visa, a par da
suspensão dos honorários de 26.467 funcionários ainda no activo no Estado,
assegurar que o dinheiro seja pago “aos legítimos beneficiários”.
Todavia, os visados, querendo auferir
novamente os fundos a que tinham direito, devem “regularizar a sua situação”.
novamente os fundos a que tinham direito, devem “regularizar a sua situação”.
Aliás, por conta dos desfalques de
arrepiar os cabelos, dos gastos supérfluos do dinheiro dos contribuintes, entre
outras anomalias, a casa ora dirigida por Francisco Mazoio, um antigo
sindicalista, foi, no passado, alvo de várias sindicâncias que culminaram com a
instauração de processos-crime cujo desfecho é até hoje publicamente
desconhecido.
arrepiar os cabelos, dos gastos supérfluos do dinheiro dos contribuintes, entre
outras anomalias, a casa ora dirigida por Francisco Mazoio, um antigo
sindicalista, foi, no passado, alvo de várias sindicâncias que culminaram com a
instauração de processos-crime cujo desfecho é até hoje publicamente
desconhecido.
Num outro desenvolvimento, Vitória Diogo
disse que 7.000 trabalhadores por conta própria já estão inscritos no INSS, o
que supera a meta de 4.350 definida pelo Governo no Plano Económico e Social
(PES) 2016.
disse que 7.000 trabalhadores por conta própria já estão inscritos no INSS, o
que supera a meta de 4.350 definida pelo Governo no Plano Económico e Social
(PES) 2016.
Por sua vez, Francisco Mazoio, Conselho
de Administração (PCA) do INSS, disse, na quinta-feira (21), no seminário de
divulgação do regime dos Trabalhadores por Conta Própria (TPC), que dos 7.000
empregados pela sua chefe, só 2.000 é que declaram as suas remunerações e
canalizam uma parte do sistema.
de Administração (PCA) do INSS, disse, na quinta-feira (21), no seminário de
divulgação do regime dos Trabalhadores por Conta Própria (TPC), que dos 7.000
empregados pela sua chefe, só 2.000 é que declaram as suas remunerações e
canalizam uma parte do sistema.
Segundo o dirigente, as pessoas devem de
ser educadas para perceber como funciona o sistema, até porque o pagamento da
pensão não começa logo a seguir à inscrição. Ele defendeu ainda, como medida
para ultrapassar este problema, a massificação da informação sobre a registo e
os seus benefícios.
ser educadas para perceber como funciona o sistema, até porque o pagamento da
pensão não começa logo a seguir à inscrição. Ele defendeu ainda, como medida
para ultrapassar este problema, a massificação da informação sobre a registo e
os seus benefícios.
Fonte: verdade.co.mz/destaques/ nacional