Grupo de trabalho sugere regulamentação da Uber
O Grupo de Trabalho coordenado pelo
Instituto da Mobilidade e dos transportes faz seis recomendações ao governo,
entre elas a regulamentação da Uber.
Instituto da Mobilidade e dos transportes faz seis recomendações ao governo,
entre elas a regulamentação da Uber.
Sobre as novas plataformas de soluções
de mobilidade como a Uber e a Cabify, que estiveram na origem da polémica com
os taxistas, o Grupo de Trabalho aconselha o executivo a regulamentar a sua
atividade. Entende o grupo de trabalho que é a solução que melhor defende o
interesse público.
de mobilidade como a Uber e a Cabify, que estiveram na origem da polémica com
os taxistas, o Grupo de Trabalho aconselha o executivo a regulamentar a sua
atividade. Entende o grupo de trabalho que é a solução que melhor defende o
interesse público.
A atividade de transportar em veículos
descaracterizados, como os utilizados pela Uber, deverá ficar limitada aos
pedidos com origem em plataformas eletrónicas.
descaracterizados, como os utilizados pela Uber, deverá ficar limitada aos
pedidos com origem em plataformas eletrónicas.
Para evitar a concorrência desleal os
requisitos de acesso à atividade devem ser harmonizados.
requisitos de acesso à atividade devem ser harmonizados.
O único profissional habilitado para a
condução de táxis ou de veículos descaracterizados deverá ser um motorista
certificado.
condução de táxis ou de veículos descaracterizados deverá ser um motorista
certificado.
Por fim, o Grupo de Trabalho recomenda
ao governo que os atuais direitos e deveres associados ao setor do táxi devem
ser mantidos.
ao governo que os atuais direitos e deveres associados ao setor do táxi devem
ser mantidos.
O comunicado do IMT deixa claro que os
representantes dos taxistas no grupo de trabalho, a ANTRAL e a Federação
Portuguesa do Táxi, pretendiam que os veículos utilizados no transporte em
carros descaracterizados tivessem origem exclusiva no atual contingente de
táxis.
representantes dos taxistas no grupo de trabalho, a ANTRAL e a Federação
Portuguesa do Táxi, pretendiam que os veículos utilizados no transporte em
carros descaracterizados tivessem origem exclusiva no atual contingente de
táxis.
Para além do IMT, de representantes do
governo e do setor dos táxis participaram também neste Grupo de Trabalho as
câmaras de Lisboa e do Porto. As administrações dos portos de Leixões, Lisboa e
Viana do Castelo, a DECO e a ANA.
governo e do setor dos táxis participaram também neste Grupo de Trabalho as
câmaras de Lisboa e do Porto. As administrações dos portos de Leixões, Lisboa e
Viana do Castelo, a DECO e a ANA.
Numa proposta recente a Comissão
Europeia defendeu que “proibições absolutas de uma atividade só devem ser
adotadas como último recurso”.
Europeia defendeu que “proibições absolutas de uma atividade só devem ser
adotadas como último recurso”.
O diferendo judicial entre a Uber e a
ANTRAL está agora no Tribunal da Relação de Lisboa depois de o tribunal de 1ª
instância ter aceitado uma providência cautelar da ANTRAL que visava impedir a
operação da Uber em Portugal.
ANTRAL está agora no Tribunal da Relação de Lisboa depois de o tribunal de 1ª
instância ter aceitado uma providência cautelar da ANTRAL que visava impedir a
operação da Uber em Portugal.
Fonte: TSF
