Movimento do Alentejo propõe “solução transitória” para avanço da regionalização
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Mais Poder Local, Mais Democracia,
Melhor Alentejo” é o tema do congresso do movimento AMAlentejo que decorre
hoje, em Tróia (Grândola), propondo a criação de uma Comunidade Regional do
Alentejo como “solução transitória” até à regionalização.
Melhor Alentejo” é o tema do congresso do movimento AMAlentejo que decorre
hoje, em Tróia (Grândola), propondo a criação de uma Comunidade Regional do
Alentejo como “solução transitória” até à regionalização.
Organizada por este movimento de defesa
da região e do desenvolvimento social e económico do Alentejo, criado em 2015 e
que junta mais de 80 instituições e cerca de 300 personalidades, a iniciativa
tem lugar no Centro de Conferências de Tróia, no concelho alentejano de
Grândola, distrito de Setúbal.
da região e do desenvolvimento social e económico do Alentejo, criado em 2015 e
que junta mais de 80 instituições e cerca de 300 personalidades, a iniciativa
tem lugar no Centro de Conferências de Tróia, no concelho alentejano de
Grândola, distrito de Setúbal.
No congresso, realizado no dia em que se
assinala o 40.º aniversário da aprovação da Constituição da República
Portuguesa “que consagrou o Poder Local Democrático” no país, vai ser
apresentada e discutida a “Declaração de Tróia”.
assinala o 40.º aniversário da aprovação da Constituição da República
Portuguesa “que consagrou o Poder Local Democrático” no país, vai ser
apresentada e discutida a “Declaração de Tróia”.
Nesta declaração, cuja apresentação vai
estar a cargo da atriz Maria João Luís, o AMAlentejo propõe a criação de uma
Comunidade Regional do Alentejo como “solução transitória” até à
regionalização e alternativa ao “falhado e ilegítimo” modelo de
governação regional existente.
estar a cargo da atriz Maria João Luís, o AMAlentejo propõe a criação de uma
Comunidade Regional do Alentejo como “solução transitória” até à
regionalização e alternativa ao “falhado e ilegítimo” modelo de
governação regional existente.
Com a presença de muitos autarcas dos
distritos de Évora, Beja e de Portalegre e do litoral alentejano e de outros
responsáveis, como a reitora da Universidade de Évora, Ana Costa Freitas, o
congresso, que é encerrado pelo presidente da Entidade Regional de Turismo,
António Ceia da Silva, também membro da comissão promotora, está dividido em
três painéis.
distritos de Évora, Beja e de Portalegre e do litoral alentejano e de outros
responsáveis, como a reitora da Universidade de Évora, Ana Costa Freitas, o
congresso, que é encerrado pelo presidente da Entidade Regional de Turismo,
António Ceia da Silva, também membro da comissão promotora, está dividido em
três painéis.
“Autarquias Locais — Agentes de
Desenvolvimento: Passado — Presente — Futuro. Potencialidades e
Limitações” é o primeiro tema em debate, durante a manhã, seguindo-se, ao
início da tarde, a análise de “Regiões Administrativas: o Poder Local que
nos falta — Imperativo Constitucional que urge cumprir”.
Desenvolvimento: Passado — Presente — Futuro. Potencialidades e
Limitações” é o primeiro tema em debate, durante a manhã, seguindo-se, ao
início da tarde, a análise de “Regiões Administrativas: o Poder Local que
nos falta — Imperativo Constitucional que urge cumprir”.
O último painel, a partir das 17:00,intitula-se “Regionalização: Experiências e Vantagens”, a que se
segue, antes do encerramento, a apresentação da “Declaração de
Tróia”.
No documento, os promotores justificam
que a Comunidade Regional do Alentejo, “na qual o poder local já existente
tenha um papel efetivo de decisão e coordenação das políticas que dizem
respeito” à região, é uma “solução transitória” até à
concretização da regionalização.
que a Comunidade Regional do Alentejo, “na qual o poder local já existente
tenha um papel efetivo de decisão e coordenação das políticas que dizem
respeito” à região, é uma “solução transitória” até à
concretização da regionalização.
“Não se trata de propor a criação
de novos lugares ou de novas estruturas”, nem de “aumentar despesas
no Orçamento do Estado” ou criar “novos custos para os
contribuintes”, mas “apenas de democratizar o poder regional e de
gerir melhor as estruturas já existentes, procurando diminuir custos com cargos
políticos”, afirmam.
de novos lugares ou de novas estruturas”, nem de “aumentar despesas
no Orçamento do Estado” ou criar “novos custos para os
contribuintes”, mas “apenas de democratizar o poder regional e de
gerir melhor as estruturas já existentes, procurando diminuir custos com cargos
políticos”, afirmam.
E, acrescenta a comissão organizadora do
congresso, nem sequer “está em causa se, no Alentejo, devem existir uma ou
mais regiões”.
congresso, nem sequer “está em causa se, no Alentejo, devem existir uma ou
mais regiões”.
“Essa é uma matéria que já foi
bastante discutida e que já foi votada em referendo pelo povo do Alentejo com
um claro sim à regionalização e um claro sim à Região do Alentejo”,
frisam.
bastante discutida e que já foi votada em referendo pelo povo do Alentejo com
um claro sim à regionalização e um claro sim à Região do Alentejo”,
frisam.
O que “está em causa, no imediato,
é substituir um poder regional que já existe, que é nomeado e não eleito, que
não tem legitimidade para representar e defender os interesses e aspirações do
Alentejo” e cujo “modelo comprovadamente fracassou”, argumentam,
aludindo à Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR).
é substituir um poder regional que já existe, que é nomeado e não eleito, que
não tem legitimidade para representar e defender os interesses e aspirações do
Alentejo” e cujo “modelo comprovadamente fracassou”, argumentam,
aludindo à Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR).
“O Alentejo precisa, e com urgência,
de um poder regional democrático, plural, representativo e transparente”,
defende a comissão promotora, frisando que “é sobre esta questão maior que
o congresso AMAlentejo se irá pronunciar”.
de um poder regional democrático, plural, representativo e transparente”,
defende a comissão promotora, frisando que “é sobre esta questão maior que
o congresso AMAlentejo se irá pronunciar”.
Fonte: Lusa
