No
passado dia 25 de outubro o Salão Nobre dos Paços do Concelho da
Câmara Municipal de Cantanhede foi o local escolhido para acolher
uma sessão com o escritor João da Encarnação Reis.
passado dia 25 de outubro o Salão Nobre dos Paços do Concelho da
Câmara Municipal de Cantanhede foi o local escolhido para acolher
uma sessão com o escritor João da Encarnação Reis.
A
iniciativa tinha como principal objetivo formalizar a oferta de
diversos exemplares do seu último livro, “Sobre a terra, sob o
céu”, a duas associações do concelho: A Associação Humanitária
dos Bombeiros Voluntários de Cantanhede e a Associação Gira Sol. A
oferta estendeu-se aos serviços culturais do município.
iniciativa tinha como principal objetivo formalizar a oferta de
diversos exemplares do seu último livro, “Sobre a terra, sob o
céu”, a duas associações do concelho: A Associação Humanitária
dos Bombeiros Voluntários de Cantanhede e a Associação Gira Sol. A
oferta estendeu-se aos serviços culturais do município.
O
autor frisa que o livro “em vez de ser um produto para negócio,
ele é fruto de um ócio benevolente, e por isso um produto para
dar”. João Reis definiu esta obra como “um livro que mais
do que respostas faz perguntas. Um homem com muitas perguntas é mais
humano que um homem com muitas certezas”. O escritor conclui
dizendo que o livro foi escrito a partir de textos “aquilo que
mentalmente nos constitui como seres humanos, este livro, geralmente
em verso, é também um livro de prazer de pensar, de
autoconhecimento, de intervenção sociopolítica e religiosa, de
humanismo de auto-estima-e-de-ajuda, de espiritualidade e ainda
produto da economia do dom”.
autor frisa que o livro “em vez de ser um produto para negócio,
ele é fruto de um ócio benevolente, e por isso um produto para
dar”. João Reis definiu esta obra como “um livro que mais
do que respostas faz perguntas. Um homem com muitas perguntas é mais
humano que um homem com muitas certezas”. O escritor conclui
dizendo que o livro foi escrito a partir de textos “aquilo que
mentalmente nos constitui como seres humanos, este livro, geralmente
em verso, é também um livro de prazer de pensar, de
autoconhecimento, de intervenção sociopolítica e religiosa, de
humanismo de auto-estima-e-de-ajuda, de espiritualidade e ainda
produto da economia do dom”.
Por
sua vez Pedro Cardoso, vice-presidente da Câmara Municipal de
Cantanhede, para além das referências ao percurso académico e
sobretudo literário do autor, enalteceu em primeiro lugar o gesto
altruísta desta “dádiva de partilhar connosco as suas
reflexões e sensibilidade literária, e em segundo lugar, pela
oferta às associações, cujo trabalho meritório no âmbito da
solidariedade e acção social, merecem bem este reconhecimento,
assim como agradeceu a oferta aos Serviços Culturais da Câmara”.
sua vez Pedro Cardoso, vice-presidente da Câmara Municipal de
Cantanhede, para além das referências ao percurso académico e
sobretudo literário do autor, enalteceu em primeiro lugar o gesto
altruísta desta “dádiva de partilhar connosco as suas
reflexões e sensibilidade literária, e em segundo lugar, pela
oferta às associações, cujo trabalho meritório no âmbito da
solidariedade e acção social, merecem bem este reconhecimento,
assim como agradeceu a oferta aos Serviços Culturais da Câmara”.
O
autarca sublinhou ainda a importância da obra: “todos
conhecemos o imenso valor que a poesia possui, pois é capaz de
sensibilizar o ser humano, propiciar o alargamento intelectual, a
elevação da imaginação, bem como despertar e ajudar a tomar
consciência dos próprios sentimentos, fonte de prazer, ajuda à
afirmação da identidade e ao alargamento das experiências daqueles
que leem. A poesia “é a fala da alma”, dos sentimentos, do
coração mais que a razão, mas não deixa de ser também um tempo e
espaço de perguntas. No fundo, um convite à interioridade, a
escutar, a saborear as palavras e as ideias, num tempo marcado pela
velocidade e a superocupação não deixando tempo para o gratuito,
para a contemplação.”
autarca sublinhou ainda a importância da obra: “todos
conhecemos o imenso valor que a poesia possui, pois é capaz de
sensibilizar o ser humano, propiciar o alargamento intelectual, a
elevação da imaginação, bem como despertar e ajudar a tomar
consciência dos próprios sentimentos, fonte de prazer, ajuda à
afirmação da identidade e ao alargamento das experiências daqueles
que leem. A poesia “é a fala da alma”, dos sentimentos, do
coração mais que a razão, mas não deixa de ser também um tempo e
espaço de perguntas. No fundo, um convite à interioridade, a
escutar, a saborear as palavras e as ideias, num tempo marcado pela
velocidade e a superocupação não deixando tempo para o gratuito,
para a contemplação.”
O
edil referiu ainda que “dos livros entregues ao Município,
vamos colocar à disposição dos nossos munícipes esta obra, nesse
grande centro do conhecimento que é a Biblioteca Municipal e através
da Rede de Bibliotecas escolares, aos alunos, pois sabemos do empenho
das escolas em criar ambientes favoráveis à leitura literária,
cientes que a poesia é, sem dúvidas, um dos recursos mais
encantadores do processo educativo, que visa o crescimento estético,
crítico e literário e inventivo das partes envolvidas nessas
atividades, nas quais os alunos também têm a oportunidade de
encontrar respostas para as suas inquietações, interesses e
expectativas.”
edil referiu ainda que “dos livros entregues ao Município,
vamos colocar à disposição dos nossos munícipes esta obra, nesse
grande centro do conhecimento que é a Biblioteca Municipal e através
da Rede de Bibliotecas escolares, aos alunos, pois sabemos do empenho
das escolas em criar ambientes favoráveis à leitura literária,
cientes que a poesia é, sem dúvidas, um dos recursos mais
encantadores do processo educativo, que visa o crescimento estético,
crítico e literário e inventivo das partes envolvidas nessas
atividades, nas quais os alunos também têm a oportunidade de
encontrar respostas para as suas inquietações, interesses e
expectativas.”
Estiveram
também presentes na sessão, para além do escritor João Reis e
Pedro Cardoso, José Manuel Oliveira e António Carvalho, em
representação da Associação Humanitária dos Bombeiros
Voluntários de Cantanhede, Tiago Cruz, em representação da
Associação Gira Sol e Teresa Paixão, Bibliotecária Municipal.
também presentes na sessão, para além do escritor João Reis e
Pedro Cardoso, José Manuel Oliveira e António Carvalho, em
representação da Associação Humanitária dos Bombeiros
Voluntários de Cantanhede, Tiago Cruz, em representação da
Associação Gira Sol e Teresa Paixão, Bibliotecária Municipal.
Sobre
João da Encarnação Reis
João da Encarnação Reis
João
da Encarnação Reis nasceu no dia 27 do novembro de 1939, em
Arrancada, Febres, concelho de Cantanhede.
da Encarnação Reis nasceu no dia 27 do novembro de 1939, em
Arrancada, Febres, concelho de Cantanhede.
É
Licenciado em Teologia, pela Pontifícia Universidade Gregoriana, em
Roma, onde também fez um curso de Latinidade. Possui, também, a
licenciatura em Filologia Clássica, pela Faculdade de Letras da
Universidade de Coimbra. Lecionou Línguas e Literaturas Portuguesas
e Latinas. Orientou estágios profissionais em diversas Escolas
Secundárias, nas disciplinas de Português e de Latim. Atualmente
está aposentado, mas colabora em jornais e revistas.
Licenciado em Teologia, pela Pontifícia Universidade Gregoriana, em
Roma, onde também fez um curso de Latinidade. Possui, também, a
licenciatura em Filologia Clássica, pela Faculdade de Letras da
Universidade de Coimbra. Lecionou Línguas e Literaturas Portuguesas
e Latinas. Orientou estágios profissionais em diversas Escolas
Secundárias, nas disciplinas de Português e de Latim. Atualmente
está aposentado, mas colabora em jornais e revistas.
Paraalém de “Sobre a Terra / Sob o Céu”, editado em 2017, João da
Encarnação Reis é autor de Panorâmica vicentina (1992), A face
latina da história de Portugal (1993), A educação na
literatura Portuguesa (2000), Crónicas com Évora em fundo
(2000), Ebora liberalitas Ivlia ou um amor antigo ( 2001),
Terras do sol (2003), Novas crónicas com Évora em fundo
(2003.), O luminoso voo da requinta (2003), O canto da
rabila (2004), A menina e outras histórias de infância (2005), O
olor da flor (2007) , Da felicidade (2008.)
Pelas
obras Terras do Sol (2003) e Novas Crónicas com Évora em
Fundo (2003), o autor foi nomeado para o Prémio Mais Alentejo
2004.
obras Terras do Sol (2003) e Novas Crónicas com Évora em
Fundo (2003), o autor foi nomeado para o Prémio Mais Alentejo
2004.

