CORONAVÍRUS – NEGÓCIO DA CHINA…

CORONAVÍRUS – NEGÓCIO DA CHINA…

22/05/2020 0 Por Carlos Joaquim
Comissão de Estudos de Paz no Campo – 
Muito antes do tempo em que o Ocidente se ocupava da sucessão de imperadores, reis e príncipes, na misteriosa China eram dinastias que se sucediam, gerando certo mistério e curiosidade no outro lado do mundo. Enquanto o Ocidente pensa o futuro num prazo de dez anos, ou pouco mais, a cultura chinesa pensa-o em longo prazo, geralmente maior que 50 anos. A histórica visão chinesa de longo prazo contrasta até hoje com a visão ocidental de curto prazo, criando muitas discrepâncias e graves problemas geopolíticos.
Na penumbra, a proverbial paciência chinesa ia elaborando objetos de arte, porcelanas, sedas, esculturas. Os formidáveis negócios realizados com a importação e comercialização de produtos originários da China — tais como o comércio de especiarias, com altas margens de lucro para os comerciantes que se aventurassem na rota da seda, e posteriormente com as navegações para o Oriente — acabou surgindo e consolidando-se a expressão “negócio da China”, ou seja, uma oportunidade única, altamente rentável, verdadeiro golpe de sorte.
Evidências sugerem que o coronavírus foi realmente um “negócio da China”, como veremos adiante. Não apenas para o governo chinês, mas especialmente para os oportunistas de plantão, que fazem de tudo para destruir completamente os fundamentos da civilização cristã no mundo atual.
Estas breves linhas têm por objetivo alertar as pessoas de reta intenção para as perigosas armadilhas criadas pela reverberação dessa pandemia. Reverberação artificial, mas capaz de capturar os incautos e extinguir no mundo atual todo vestígio de sadia mentalidade e de atitudes cristãs.
Um pouco de história milenar
O historiador J. B. Weiss relata que a substituição de uma dinastia chinesa por outra sempre ocorria por razões conservadoras. Quando na dinastia reinante começavam a decair ou ser relaxados os princípios naturais da ética, outra subia com um programa de volta às origens. E assim os milênios foram se sucedendo por lá.
Depois que a grande muralha da China foi transposta por Gengis Khan [quadro ao lado], entre 1207 e 1208, este déspota marchou até Pequim, invadindo e dominando a cidade. Seu neto, Kublai Khan, inauguraria em 1279 a nova dinastia Yuan do Império Chinês, tornando se o primeiro imperador não chinês a conquistar toda a China.
Alguns anos antes, em 1241, os mongóis romperam distâncias e haviam chegado às margens do Danúbio. Em 1269, o explorador Marco Polo, seu pai Niccolo Polo e seu tio Matteo Polo fizeram o caminho inverso ao dos mongóis em uma jornada à China, retornando a Veneza 24 anos depois. Marco Polo esteve entre os primeiros europeus a percorrer a rota da seda, seguindo os passos de numerosos missionários cristãos em direção à Ásia. Dentre estes destacam-se o monge franciscano flamengo Guilherme de Rubruck, entre 1253 e 1255, e o dominicano francês André de Longjumeau, que já havia realizado missão papal junto aos mongóis, entre 1245 e 1247, e missão do rei São Luís IX junto aos mongóis, entre 1249 e 1251.
Só no século XVI os portugueses atingiram a China de forma mais sistemática. Dominando os mares, Portugal importava e exportava mercadorias, levando também missionários para o Oriente. Pouco faltou para o grande São Francisco Xavier [imagem ao lado] tocar o solo chinês, o que poderia ter mudado a história desse império como ocorreu no Japão. No século XIX os ingleses se fixaram em Hong Kong e perenizaram os contatos com o Oriente.
Depois da guerra entre China e Japão, entre 1894 e 1895, o império chinês se debilitou muito, sobrevindo em 1912 a república. Em 1949 seguiu-se a revolução popular para “libertar” o povo chinês da opressão, e o sanguinário Mao Tsé-Tung dizimou mais de 65 milhões de pessoas. Este é o número fornecido pelo Prof. Richard L. Walker, especialista em assuntos chineses, em estudo sobre o “custo humano do comunismo na China”, realizado para o Senado americano em 1972. A reforma agrária chinesa liquidou a estrutura milenar da propriedade e implantou, sob o bafejo da Rússia soviética, a mudança das estruturas rurais, responsável por outros milhões de mortes. Em 1997, por ocasião dos 80 anos da Revolução Russa, Stéphane Courtois, Diretor de Pesquisas do Centro Nacional de Pesquisa Científica da França, declarou que “os regimes comunistas tornaram o crime em massa uma forma de governo” (Cf. prefácio do lançamento de “O Livro Negro do Comunismo: Crimes, Terror, Repressão”, que aborda os morticínios realizados na Rússia, China, Coréia, Vietnã, Camboja e leste europeu).