Pânicos globais trazem no bojo uma ditadura universal

Pânicos globais trazem no bojo uma ditadura universal

13/04/2020 0 Por Carlos Joaquim
Profetas ambientalistas erraram mais do que Nostradamus.
Mas continuam igualzinhos: tem ideologia por trás!
Ativistas e pensadores do ecologismo radical “profetizaram” catástrofes e geraram pânico, mas é grande o abismo entre essas “profecias” e os fatos.
O bom senso pede analisar as ameaças e afugentar os pânicos.
Grande parte da mídia insiste em repetir que a organização atual da humanidade é a responsável pelo futuro colapso do planeta Terra.
O leitor perspicaz terá percebido o acúmulo de contradições e exageros contidos nas ladainhas de cataclismos que o macrocapitalismo publicitário não cansa de repetir, como se estivesse tomada por crises histéricas ou fantasias de dementes.
Essa onda de terrores se espalha como se alguém a soprasse, seguindo o conselho anticristão atribuído a Voltaire: “Menti, menti, alguma coisa ficará sempre”.
Essa onda prognostica que, se continuar agindo assim, o calor extinguirá a vida no globo, cuja temperatura será semelhante à de Vênus (média de 461ºC); ou se esfriará como Marte (média de -63ºC), onde os cientistas procuram água congelada!
No filme, mar invade Nova Iorque, mas para profetas verdes é realidade!
Reportagens de capa de grandes revistas insistem também em dizer que a Amazônia se desertificará; e os ricaços procurarão no Everest cavernas onde sobreviver por mais algum tempo, antes de morrerem torrados pelo aquecimento global…
Difundem-se notícias como o derretimento do gelo dos polos e o aumento do nível dos mares, deixando três bilhões de pessoas sem casa (Correio 24 horas), e tragando metade das praias já neste século (El Mundo), sendo o Brasil um grande prejudicado (Folha de S. Paulo).
Na primeira fase — ainda segundo os alarmistas globais — 200 milhões de homens abandonariam as megalópoles costeiras engolidas pelas águas.
Ondas gigantes invadiriam os continentes; a estátua da Liberdade de Nova York seria submergida; e, como no filme “2012”, o mar passaria por cima do Himalaia.
Arquipélagos belos e pacíficos já estariam afundando, e num deles os governantes, com equipamentos de mergulhadores, assinaram no fundo do mar um apelo à ONU.
O pesadelo ambientalista fabricado prossegue, afirmando que não há mais terra habitável, pois já está superpovoada, e os homens já consomem em sete meses tudo o que a Terra lhes pode dar em um ano.